sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Historia de um professor

O workshop foi muito importante no desenvolvimento do nosso trabalho, pois atravez dela aprendi a criar uma história digital, coisa que antes não podia fazer, ou seja, nem sabia da sua existência.Sinceridade adorei a experiência, pois, atravez dela penso dar uma continuidade utilizando sempre o photostory. No desenvolver desse trabalho, eu e minhas amigas Eveline e Bety, escolhemos a tratar de duas histórias, diferente , porque como somos três no equipe , achamos juntos produzir mais. A primeira e segunda história se direcionam aos adolescentes no processo de ensino-aprendizagem. Falarei da segunda história, que por sua vez trata da dificuldade de um professor ao se relacionar com os adolescentes "rebeldes", quase impossíveis de ensinar. Ao iniciar esta criação, não teve nenhum tipo de dificuldade, o primeiro passo foi contando a história, e depois procurar as imagens no googlo, também foi fácil, porque logo a primeira encontramos imagens compatíveis a história, portanto em termos de dificuldade não deparamos com nenhum tipo. A idéia é que a partir dessa história, encontra-se uma maneira de ajudar a refletir sobre os problemas vigentes freqüentemente nas escolas , isto é, entre os educador e o aluno.Professor tornou fácil.
26 de Novembro de 2009 12:26
Eu penso que a Praça do Ferreira e a Leão do Sul, representa um espaço de interação social a busca de uma vida social. Sem ela, os grupos não seriam mais do que simples aglomerados de indivíduos que permaneceriam lado a lado com estranhos.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Esse trabalho foi produzido por eu ( Eveline) , Cadija e a Bete ; produzimos dois vídeos cujo o titulo é "loja da educação" e a "historia de um professor".
Eu escolhi o segundo vídeo para comentar " historia de um professor" , esse vídeo fala da historia de um professor que sentia dificuldades em ensinar numa sala de aula, mas mesmo com todas essas dificuldades enfrentou a realidade, buscou uma solução procurando mudar a sua metodologia de ensino, sentia também que precisava da colaboração dos pais dos alunos. Com a ajuda dos pais e a força de vontade do próprio professor a situação da turma inverteu, já não existia a turma rebelde, o professor superou, conseguiu mudar a realidade da turma.
O vídeo foi criado a partir de um programa chamado photostory, aprendemos a manusear esse programa no worshop dirigido pela professora Kátia que se encontra nos EUA. Pegamos imagens no Google que encaixava com a historia que criamos, escrevemos em cima das imagens á historia e depois colocamos musica para acompanhar.Foi interessante fazer esse trabalho, gostei muito!!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Sobre a Storytelling

 Foi muito bom o workshop, tive a oportunidade de aprender sobre como criar uma história digital, algo novo para mim, gostei muito da experiência, pretendo continuar usando o photostory. Eu e minha amiga Luciana decidimos criar uma história curta, voltada para crianças. Usamos as figuras de anime (desenhos japonês). O primeiro passo foi escrever a história, depois  buscamos as figuras no google.A maior dificuldade foi encontrar as figuras de acordo com a história que queriamos criar, algumas vezes tivemos que mudar a história. Tivemos dificuldade também na narração a voz as vezes não acompanhava a figura. No final deu tudo certo abaixo está o resultado da nossa história.

a praça do ferreira e a leão do sul

"Meu Meio Ambiente"



É muito relevante mostrar, desde cedo, o tema sobre a importância do meio ambiente para a vida humana. Nosso vídeo, construído com o programa PhotoStory, a partir do Workshop sobre Storytelling, ou seja, construção de histórias utilizando as ferramentas do computador, está voltado para crianças em idade escolar, adolescentes e, porque não, adultos!! Divirtam-se!!

LOJA DE EDUCAÇÃO

Cadija. Bete e Eveline

HISTÓRIA DE UM PROFESSOR


ESTE TRABALHO É DA EQUIPE FORMADA POR BETE, EVELINE E CADIJA

HISTÓRIA DE AMOR

Todos juntos contra a dengue

Bullying

(Bullying) - equipe Fabiana, Natalia e Kátya. Optamos por trabalhar esta temática como forma de advertência tanto para alunos, como pais e também professores. Utilizamos não uma história propriamente dita, mas conceitos do Bullying para criar nossa apresentação. Apresentamos também as consequencias que este tipo de violência pode trazer dentro da sala de aula e também para a vida social da criança, podendo trazer até mesmo consequencias para toda a vida de uma pessoa. Frizamos a importância de se valorizar as diferenças das pessoas pra que este tipo de atitude não prevaleça na vida social e psicológica da criança e adultos.
Utilizamos o programa Photo Story 3 que nos foi apresentado pela professora Catia através de um workshop que nos troxe muito conhecimento. Esta experiência de produzir uma história virtual foi muito interessante, pois utilizamos imagens retiradas da internet e também nossas vozes na narrativa, foi um trabalho muito rico em descobertas e aprendizado.

Formação Docente

Nosso vídeo é a História do Alpinista , Criado pela equipe : Formação Docente - Ana Maria, Joelma e Mara. nunes.Eu, Joelma gostei muito da experiência com o workshop foi um aprendizado maravilhoso. Apesar de ter tido dificuldade na edição e finalização da história por conta da imagem e escrita embaçada, descobrimos o problema e conseguimos realizar o trabalho proposto pelo professor. Achei muito importante porque através do programa photo story 3 for Windows podemos diversificar e inovar os conteúdos das aulas, criando histórias e construindo vídeos.

domingo, 22 de novembro de 2009

Formação docente

Após algumas tentativas conseguimos concluir o nosso vídeo, tivemos que fazer algumas adaptações estratégicas, no final tudo deu certo.Foi uma tarefa árdua, mas valeu a pena o aprendizado.

sábado, 21 de novembro de 2009



A nossa hístoria retrata a realização do sonho de uma garota que queria ser cantora. As ilustrações foram todas figuras de anime e mangá pra fazermos um diferencial em nossa equipe.Eu e Ana Lúcia criamos duas historias e optamos por essa, por ser mais emocionante e mais ligada a fantasia, aos sonhos. Escolhemos dezenas de figuras no google e depois selecionamos as melhores, que tinham haver com o roteiro. No final pensamos em inserir uma música,mas achamos melhor apenas narrarmos. Não sentí dificuldade alguma para inserir as figuras e escrever os textos, porém na hora de narrar achei um pouco complicado! Principalmente sincronizar a ilustração, com o texto que eu estava narrando, algumas vezes o som ficava cortando, as vezes muito baixo, as vezes eu narrava com empolgação, outras vezes sem emoção!Acho que é mesmo a falta de prática.

Definição de Digital Storytelling: na minha concepção é contarmos uma hístoria usando a nossa criatividade,o nosso senso crítico e nossos questionamentos tudo isso usado em conjunto com as tecnologias de informação.Trata-se de um recurso novo o qual utilizamos: áudio, vídeo, imagens e texto em narrativa.

Essas hístoriaspodem ser sobre a nossa realidade cotidiana, um documentario hístorico ou uma ficção com fins educativos. Podemos utilizar os softwares:microsoft power point,imovie,windows movie maker e microsoft Photo Story 3. Como as demais equipes usamos o software mocrosoft Photo Story 3.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Formação docente e as impressões da trabalho do wokshop

A construção da nossa história foi uma adaptação do livro histórias interessantes de Assis Almeida. Porém, tivemos problemas após a conclusão o video apresentou problemas na exibição das imagens e não se lê nada das frases foi muito frustrante, mas estamos aguardando o professor nos ajudar e sanar o problema.

Bulling

terça-feira, 17 de novembro de 2009

sábado, 14 de novembro de 2009

Sobre scratch

O scratch é bastante interessante sem dúvidas. Achei muito legal fazer o movimento dos objetos. Gostaria de ter mais tempo pra me aprofundar mais, pois ele precisa ter bastante prática pra ficar um trabalho legal. Foi muito proveitoso conhecer esse programa.

Sobre o Workshop de Digital Storytelling

Está sendo muito interessante e gratificante o Workshop, pois é sempre proveitoso para o nosso aprendizado conhecer novos meios de ensino e poder se comunicar com uma pessoa que está muito longe em tempo real é fascinate.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Workshop Digital Storytelling

Têm sido bastante profícuas as vídeos-aulas onde estamos tendo a oportunidade de conhecer, criar e partilhar histórias de forma digital utilizando fotografias e/ou vídeos e narrações.
“Nossa vida não é aquela que vivemos, mas, sim, aquela que lembramos, e como a lembramos, para poder contar sua história” Gabriel Garcia Márquez.

Sobre schatch

A princípio, como tudo que é novidade, nos pareceu um tanto complicado, mas a partir das aulas práticas ministradas pelo professor, da ajuda de companheiros, de uma breve leitura do manual, foram se quebrando os tabus, as coisas foram clareando, fomos praticando e tentando fazer um comando e outro; tentei fazer, muitas vezes não consegui, mas o importante mesmo é que tentei e ao final obtive um resultado proveitoso.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Sobre o Workshop de Digital Storytelling

A Conferência com a professora Catia Harriman
tem sido bastantante interessante e produtiva, pois estou conhecendo essa nova ferramenta de trabalho na qual vc aprende através da construção de videos com histórias feitas por nós mesmos, isto torna o trabalho mais original e com a "nossa cara",diante do fato de vc poder construir algo que irá trabalhar o que vc quer, da maneira que deseja usando o PC, achei ótimo.

A respeito do scratch...


Eu encontrei muitas dificuldades em trabalhar com o scratch, acredito que por falta de conhecimento da ferramenta mesmo, pois vc pensa em algo e não consegue executar da maneira que gostaria, aquele passo-a-passo do programa dificulta um pouco, porém com um pouco mais de prática tais problemas serão resolvidos,assim espero.

Scratch

Achei o Scratch um pouco complicado, tentei
fazer um jogo mais não consegui, então fiz uma
animação. Acho ele muito bom para a crianças,
é divertido elas gostam muito.

sábado, 7 de novembro de 2009

Sobre o scratch !


Sobre o scratch o que achei interessante foi poder criar o cenário, o fundo de tela, os personagens.Como iniciantes eu e minha colega de equipe criamos uma simples animação para a educação infantil cujo título é 'O mundo do gorila" pois como sabemos a maioria das crianças gostam de animais. O que eu achei super complicado foi decorar a sequência dos comandos, pois basta errar a ordem de um para termos que rever tudo do começo.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Scratch

A utilização do scratch foi interessante, mas também considero suas ferramentas um pouco carente para o desenvolvimento de jogos educativos. Quanto a utilização deste recurso para fazer animações é bem divertido se soubermos desenvolver nossa criatividade.

A utilização da internet como ferrmenta no processo ensino-aprendizagem

Impressões sobre o scratch

Achei muito complicado utilizar o scratch. Tentei fazer alguns jogos e não consegui. Só consegui deslizar o gatinho. Mesmo assim vou tentar outras vezes até conseguir, este será o desafio.

Scratch

hum, este programa, um tanto complicado, tem deficit nas funções, senti então uma certa carência e uma falta de uma melhor forma de utilização do programa, exmplo: o boneco mesmo, não abre e fecha os braços ou perna, permitindo assim um movimento, sua utilização é um tanto complicada com relação a outros programas. Mas, apesar disso ele tem um intenção muito interessante, fazendo com que nos,professores, pudessemos fazer nossos próprios programas e como queriamos utiliza-los.
Nele, junto com minha equipe, fiz o boneco dançar forró, que as letras se misturassem e uma calculadora, enfim, fiz um bom aproveitamento dele, claro que dentro das limitações e suas complicações.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Navegando na internet encontrei um blog e achei muito bom um artigo escrito por Alexandre Oliva que fala sobre software privativo. Este artigo foi publicado na Revista Espírito Livre nº 7 (outubro de 2009) e em seu blog pessoal.


Copyright 2009 Alexandre Oliva

http://www.fsfla.org/svnwiki/blogs/lxo/pub/livre-educar

Software privativo é falta de educação, por Alexandre Oliva (lxoliva@fsfla.org)

Enquanto escolas públicas se preparam para oferecer Um Computador por Aluno, com Software Livre, às populações que em sua maioria não possuem computadores de propósito geral, escolas particulares desperdiçam seus orçamentos menos apertados em software privativo, incompatível com a missão de educar.

Não é que o software privativo escolhido pelas escolas não cumpra o propósito para o qual foi projetado. Às vezes até cumpre. O problema é que o propósito educacional, quando o software é privativo, vem sempre acompanhado de outros propósitos indesejáveis. E são esses outros propósitos que criam hábitos prejudiciais e limitam as possibilidades de aprendizado.

O objetivo da educação não deve se limitar a transmitir informação. Deve preparar o educando para ser um cidadão livre e independente, bom membro da sociedade, capaz de utilizar o conhecimento e as técnicas que adquiriu para buscar conhecimento que deseje ou necessite, assim como para desenvolver conhecimento novo, pelo bem de todos.

Software Livre, isto é, software que respeita as liberdades dos usuários de executar o software para qualquer propósito, de estudar o código fonte do software e adaptá-lo para que faça o que o usuário deseje, de fazer e distribuir cópias do software, e de melhorá-lo e distribuir as melhorias, permite que pessoas usem computadores sem abrir mão de serem livres e independentes, sem aceitar condições que os impeçam de obter ou criar conhecimento desejado.

Software que priva o usuário de qualquer dessas liberdades não é Livre, é privativo, e mantém usuários divididos, dependentes e impotentes. Não é uma questão técnica, não tem nada a ver com preço nem com a tarefa prática desempenhada pelo software. Um mesmo programa de computador pode ser Livre para alguns usuários e não-Livre para outros, e tanto os Livres quanto os privativos podem ser grátis ou não. Mas além do conhecimento que foram projetados para transmitir, um deles ensinará liberdade, enquanto o outro ensinará servidão.

Falta de Educação

Se o usuário depender de permissão do desenvolvedor do software para instalá-lo ou utilizá-lo num computador qualquer, o desenvolvedor que decida negá-la, ou exija contrapartida para permiti-la, efetivamente terá controle sobre o usuário. Pior ainda se o software armazenar informação do usuário de maneira secreta, que somente o fornecedor do software saiba decodificar: ou o usuário paga o resgate imposto pelo fornecedor, ou perde o próprio conhecimento que confiou ao seu controle. Seja qual for a escolha, restarão menos recursos para utilizar na educação.

Ter acesso negado ao código fonte do programa impede o educando de aprender como o software funciona. Pode parecer pouco, para alguém já acostumado com essa prática que pretende também controlar e, por vezes, enganar o usuário: de posse do código fonte, qualquer interessado poderia perceber e evitar comportamento indesejável, inadequado ou incorreto do software. Através dessa imposição de impotência, o fornecedor cria um monopólio sobre eventuais adaptações ao software: só poderão ser desenvolvidas sob seu controle. Pior ainda: cerceia a curiosidade e a criatividade do educando. Crianças têm uma curiosidade natural para saber como as coisas funcionam. Assim como desmontam um brinquedo para ver suas entranhas, poderiam querer entender o software que utilizam na escola. Mas se uma criança pedir ao professor, mesmo o de informática, que lhe ensine como funciona um determinado programa privativo, o professor só poderá confessar que é um segredo guardado pelo fornecedor do software, que a escola aceitou não poder ensinar ao aluno. Limites artificiais ao que os alunos poderão almejar descobrir ou aprender são a antítese da educação, e a escolha de modelos de negócio de software baseados numa suposta necessidade de privação e controle desse conhecimento não deve ser incentivada por ninguém, muito menos pelo setor educacional.

O compartilhar é um valor essencial para o funcionamento da sociedade. Não é à toa que, como parte da missão da educação, está a compreensão e a prática desse valor. Quem leva um brinquedo à escola é ensinado a compartilhá-lo com os colegas. Por que com software seria diferente? De fato, com software essa prática deveria ser ainda mais incentivada, pois não há sequer o risco de o amigo quebrar o software. Sendo um bem não-rival, pode ser usado por vários ao mesmo tempo: o compartilhamento se dá não por divisão, mas por multiplicação. Mas, ao contrário do brinquedo, quando se trata de software, várias escolas ensinam que compartilhar é feio, errado, comparável a atacar barcos. Ensinam que não se deve compartilhar um brinquedo de software levado à escola, e dão o mau exemplo elas mesmas, negando-se a compartilhar o software que oferecem aos alunos. Isso porque escolheram mal o software: decidiram apoiar modelos de negócios mesquinhos, baseados em privação, escassez artificial e desrespeito ao próximo, ao invés de formarem cidadãos conscientes e livres, ensinando a adotar e apoiar práticas que respeitam valores essenciais da sociedade.

O cooperar é outro valor essencial para o funcionamento da sociedade. A aquisição de software educativo ou de propósito geral como enlatado atenta contar esse valor. Cercear o impulso criativo das crianças e adolescentes, aceitando o impedimento de melhoria ao software, prejudica não só o desenvolvimento dos alunos, que logo se acostumam a aceitar a posição de consumidores passivos, como também a sociedade, já que limita as contribuições que esses alunos poderiam vir a fazer, se não estivessem proibidos de construir sobre ombros de gigantes. Ao invés de aceitar software enlatado, sobre o qual pouco ou nenhum controle pode ter, a própria escola deveria dar o exemplo e influenciar ativamente o desenvolvimento do software educacional que adota, para que as motivações educacionais e suas decisões pedagógicas venham ao primeiro plano, sem que considerações mercadológicas do fornecedor prevaleçam. Não quer dizer que a escola tenha de ter sua própria equipe de programadores, mas que o Software seja Livre, de modo que, se um dia o fornecedor se recusar a fazer uma modificação desejada pela escola, ela possa contratar outro fornecedor para desenvolver a melhoria, cooperando ou não com suas semelhantes.

Não é à toa que fornecedores de software privativo com frequência oferecem o software que controlam gratuitamente, ou a preço menor, para uso educacional. Querem que crianças e jovens sejam adestrados sob seu controle, e se tornem dependentes. Depois, quando estiverem (de)formados, chegarão ao mercado de trabalho e não conhecerão alternativa. Pior, estarão dependentes. Assim como oferecer cigarro ou drogas entorpecentes para os alunos, deveria ser impensável oferecer software privativo. Aceitá-lo é cercear a criatividade, limitar o aprendizado, promover valores anti-sociais e fomentar a servidão tecnológica e a ditadura do desenvolvedor. São objetivos incompatíveis com a educação. O software privativo mata a aula. Se vai à escola, atrapalha. Boa educação é com Software Livre presente!

Utilização da internet como ferramenta no processo ensino-aprendizagem

Internet na Educação


Por
Gabriela E. Possolli Vesce

A internet vem se expandindo no meio social sendo considerada a mídia mais promissora desde o surgimento da televisão. Trata-se da mídia mais descentralizada existente atualmente, e justamente por esse motivo passa a ser também a mídia mais ameaçadora para os grupos hegemônicos, tanto política como economicamente. As pessoas podem dizer o que quiserem por meio da internet, conversar com quem desejarem, oferecer serviços que considerarem convenientes. Disso resulta um grande gama de tentativas para controlar a internet, seja de forma clara ou sutil. Até mesmo leis específicas para controlar essa mídia estão sendo elaboradas, tais leis tem seus aspectos coercitivos visando censurar a liberdade que a internet possibilita, mas por outro lado, buscam punir crimes que têm sido cometidos pela internet (ex.: hackers que roubam senhas e propagam vírus).
A Internet tem sido usada de diversas maneiras e em diferentes níveis de intensidade, em todas as modalidades da educação, tanto por alunos como por professores, refletindo diretamente na qualidade do ensino, pela qual se luta e sobre a qual se discute demasiadamente.
As ferramentas da internet como, o correio eletrônico, os sites de busca, os fóruns de discussão, os gerenciadores de conteúdo, bibliotecas virtuais, etc, são usadas de diversas formas, tanto em contextos de educação presencial como na educação à distância, sendo que, no ensino presencial essas ferramentas são utilizadas como instrumentos de apoio.
Há muita informação disponível na internet, em quantidade quase que inesgotável e acessível de qualquer parte do mundo. Mas por outro lado, quando se é confrontado com esse grande volume de informações, existe uma tendência de dedicar um tempo menor para a análise dos conteúdos devido à compulsão por navegar e descobrir outras páginas. Além desse problema tem-se a questão da confiabilidade e da qualidade de alguns sites disponíveis na internet enquanto fontes de pesquisa, uma vez que existem opiniões divergentes sobre um assunto e até mesmo informações falsas ou imprecisas. Desse modo, cabe ao professor orientar seus alunos no sentido de que é preciso filtrar as informações e verificar quem está escrevendo, a que instituição está vinculado e a partir de que visão de mundo faz isso.
O professor, enquanto orientador na utilização da internet, deve estar atento a seguinte armadilha da internet: utilizar a internet como meio de entretenimento e livre navegação pode se tornar mais sedutor do que o
trabalho de interpretação e concentração exigido pela pesquisa. Dessa forma, é papel do professor evitar que os alunos sejam dispersos enquanto realizam suas pesquisas. Trata-se de um dilema complicado de ser resolvido na prática, uma vez que alguns alunos atravessam uma fase de deslumbramento com a tecnologia, em que se encontram curiosos e dificilmente conseguem organizar-se a fim de se concentrar em um só site ou tema de cada vez.


http://www.infoescola.com/pedagogia/internet-na-educacao/

domingo, 25 de outubro de 2009

A Informática Educativa em sala de aula



A informática vem adquirindo cada vez mais relevância no cenário educacional. Sua utilização como instrumento de aprendizagem e sua ação no meio social vêm aumentando de forma rápida entre nós. Nesse sentido, a educação vem passando por mudanças estruturais e funcionais frente a essa nova tecnologia. Houve época em que era necessário justificar a introdução da Informática na escola. Hoje já existe consenso quanto à sua importância. Entretanto o que vem sendo questionado é a forma com que essa introdução vem ocorrendo.
O Objetivo principal nos dias atuais é adaptar no currículo escolar a utilização da informática (computador) como instrumento de apoio às matérias e aos conteúdos lecionados, além da função de preparar os alunos para uma sociedade informatizada.
Observa-se que no início, quando nas escolas fez-se o uso do computador, foi comprovada a pouca experiência dos alunos com essa tecnologia. Houve processo lento para modernização no sistema escolar, onde eram necessários a utilização de técnicos especializados nessa função de ensinar informática. Profissionais que não estavam ligados no conteúdo programático da instituição de ensino sem vínculo com as disciplinas, cujos objetivos eram o contato com a nova tecnologia e oferecer a formação tecnológica necessária para o futuro profissional na sociedade. Com o passar dos anos houve uma preocupação maior em adaptar esse sistema com a aula propriamente dita, a informática educativa, que além de promover o contato com o computador, tinha como objetivo a utilização dessa ferramenta como instrumento vinculado a outras disciplinas.
Vivemos em um mundo globalizado, modernizado, onde a informática se tornou uma das peças principais para resolução de nossos problemas, praticidade, segurança, organização, comodidade, agilidade. Não devemos esquecer dos valores éticos e morais ensinados em sala de aula, nossas raízes na escrita.
A globalização impõe exigência de um conhecimento holístico da realidade. E quando colocamos a informática como disciplina, fragmentamos o conhecimento e delimitamos fronteiras, tanto de conteúdo como de prática.
Entendemos que a construção de conhecimento em informática na educação pode ser concebida como um “elemento novo” no processo de aprendizagem do professor da escola pública e que começa a permear a sua prática profissional. Portanto, consideramos que cursos de capacitação em informática na educação podem ser considerados como uma das experiências do professor em aprender a ensinar utilizando a informática.
Concebendo a importância da experiência pessoal do professor com a informática e da significação pessoal dessa experiência para o desenvolvimento profissional do professor, buscamos desenvolver a pesquisa à luz dos estudos sobre o desenvolvimento profissional e pessoal, saberes docente e a construção pessoal desses saberes bem como estudos sobre a informática na educação.
No dia-a-dia do professor, apresentam-se exigências ou necessidades que podem levá-lo a novas aprendizagens relacionadas ao exercício da docência.
Diante dessa nova situação, é importante que o professor possa refletir sobre essa nova realidade, repensar sua pratica e construir novas formas de atuação que permitam não só no lidar, com essa nova realidade como também construí-la. O professor precisa entender a importância em se comprometer a estar em um laboratório de informática ministrar sua aula e não deixar que uma outra pessoa faça isso.
A informática educacional deve fazer parte do projeto político pedagógico da escola, projeto esse que define todas as pretensões da escola em sua proposta educacional.
Jandivan Ferreira ( janinformatica.blogspot.com )


Achei o texto interessante pois mais uma vez nos mostra a importância da informática educativa nos dias atuais. E bom lembrar que a informatica educativa não é uma questão só do professor, mas também de toda a escola e deve fazer parte do projeto pedagógico.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Utilização da internet como ferramenta no processo ensino-aprendizagem

A Internet é uma importante ferramenta na busca de informações, em qualquer área de interesse, podendo ser utilizada tanto por educadores quanto por alunos no intuito de enriquecer o processo ensino-aprendizagem. O ambiente virtual hoje faz parte dos recursos utilizados para a divulgação e disseminação de informação. O uso da rede para a educação já fato, dentro e fora das escolas, tanto como o ensino formal quanto o não-formal. Para professores e educadores algumas fontes de pesquisa são muito comuns no dia-a-dia, para produção de aulas e materiais didáticos. O acesso a Internet permite a criação de um ambiente de aprendizagem cooperativa e que permite fugir da chamada “educação bancária” de acumulação de conhecimento (Meira, 2002) em favor das situações nas quais os alunos podem explorar conteúdos, reter informações, elaborar questões, interagir com outros alunos e gerar conhecimento.

Utilização da internet como ferramenta no processo ensino-aprendizagem

A Internet tem sido utilizada em sala de aula como ferramenta de apoio para alunos e professores, desde o ensino fundamental até o superior. Isto se reflete diretamente no ensino pelo qual se trabalha e pesquisa. As tecnologias afetam diretamente a áreas do conhecimento, no que se refere a produção e transmissão da informação, a educação é uma das mais afetadas. De acordo com Paiva (2003), “assim como a educação prepara o homem para as novas formas de trabalho e para os demais campos de atividade humana (arte, ciência, cultura, etc.), nos quais imperam atualmente as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), a educação também sofre influência dessas tecnologias”.
A utilização desse material como pesquisa e suporte para o melhor desenvolvimento de conteúdo das aulas são alternativas a serem pesquisadas pelos professores que se interessam por práticas diferenciadas aplicadas em sala. Isso significa que além da própria aula o professor pode examinar a prática pedagógica e tentar adaptá-la aos seus interesses e a outros conteúdos. Por conta disso pesquisam, até mesmo, as aulas que aparentemente destinam-se a professores de outras disciplinas.
Esse trânsito, liberdade e mobilidade de cooperação e formação mútua transformam o ensino-aprendizagem, quando bem pesquisado e produzido, fazendo o professor um construtor e divulgador ativo do saber.

sábado, 17 de outubro de 2009

Esse vídeo é bem interessante fala sobre tecnologia e educação

Utilização de softwares educacionais


Avaliação de software educacional

Os softwares verdadeiramente educativos deveriam ser construídos sob os aportes de uma teoria sobre a maneira com que os sujeitos aprendem. Existem várias teorias, baseadas em estudos sobre o desenvolvimento cognitivo, de como se dá a aprendizagem, por exemplo, teorias de Jean Piaget, Vygostky, Wallon e outros, as quais deveriam fornecer as bases para a concepção dos softwares educativos. O paradigma cognitivo proporciona aos estudantes um papel mais ativo e com menor controle externo.
Há uma grande demanda no mercado por novos programas, o que está determinando um crescimento em progressão geométrica da produção de softwares dito educativos. Existe um número razoável de programas que se intitulam como educativos. Muitos deles ostentam na embalagem o rótulo de software construtivista
Em uma análise de muitos destes programas o que se pode constatar são concepções existentes na sua construção onde as informações são padronizadas, como se elas por si pudessem promover a aprendizagem de qualquer conteúdo, de forma independente do contexto educativo e da figura do professor, condizentes muito mais com formas de entretenimento do que com necessidades pedagógicas.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

REVOLUÇÃO CUBANA







PODEMOS ANAILZAR QUE O PROCESSO QUE LEVOU FIDEL CASTRO E SEUS COMPANHEIROS AO PODER EM CUBA, EM 01/01/1959, INICIOU-SE ANOS ANTES , EM 1953, COM A TENTATIVA DE TOMADA DO QUARTEL DO MONCADA, POR UM GRUPO DE ESTUDANTES RECÉM-FORMADOS QUE LUTAVAM CONTRA A DITADURA DE FUGENCIO BATISTA.



O LIDER MAIOR FIDEL CASTRO FOI CONMDENADO E PRESO, MAS CONSEGUIU FUGIR E FOI PARA O MÉXICO, ONDE LA SE REUNIU COM ANTIGOS COMPANHEIROS DE LUTA E CONHECEU O ARGENTINO ENESTOR (CHE) GUEVARA, QUE ADERIU A REVOLUÇÃO CUBANA.



O CASO CUBANO E DIFERENTE DOS OUTROS PORQUE CUBA E UM PAIS PEQUENO, UMA ILHA NA QUAL AINDA HÁ UMA BASE MILITAR DOS UEA E HOJE SOFRE UM BLOQUEIO COMERCIAL DOS ESTADOS UNIDOS PODEMOS CONCLUIR QUE O PROCESSO REVOLUCIONARIO SIGNIFICA CONTRUIR UMA DETERMINADA SOCIEDADE, UMA SOCIEDADE QUE ALTERA SUAS ESTRUTURAS E MODO DE VIDA, MAS AVAÇARAM POUCO NO PROCESSO DE LIBERDADE E EMANCIPAÇÃO HUMANA.





A Revolta da Chibata - entenda melhor

A revolta Chibata

A Revolta da Chibata, aconteceu 22 anos depois da abolição da escravidão. É importante saber desse detalhe para entedermos os motivos que levaram os marinheiros a se rebelarem contra os seus superiores. Não foi uma rebelião apenas contra os baixos salários e os castigos físicos, como abordam os diversos livros didáticos de ensino médio. É necessário compreender um pouco o contexto socio-cultural da época em que esse movimento eclodiu.
É preciso entender que a Lei Aurea libertou os negros do trabalho escravo, dessa condição do negro ser obrigado a trabalhar sem remuneração, através da força, da opressão, do castigo físico, da humilhação, sob a mira de armas e etc. Porém, essa Lei não libertou os negros de outras situações de miséria que escravizam o ser humano, e ferem a sua dignidade. Após a proclamação da Lei Aurea, os negros ficaram entregues a própria sorte. A Lei não libertou os negros da total escravidão, todos continuaram escravos de outras situações de escravidão; escavos da fome, do preconceito, da ingnorância, do descaso, da falta de oportunidades, e outras mazelas. Aos 22 anos da "abolição da escravidão" umas das poucas oportunidades de emprego para os jovens negros era o ingresso na Marinha de Guerra ou na Marinha Mercante. Os negros representavam quase 99% dos marinheiros e cabos, todos eram netos de ex-escravos. Eram convocados como "voluntários" para fazer o serviço pesado nos navios, que dependiam de muita mão de obra para serem manobrados e navegados(navios a vela e a vapor). Era um trabalho que calegava e sujava as mãos, exigia força bruta dos marinheiros e suava a camisa. Na época existia na sociedade brasileira um preconceito muito grande contra este tipo de trabalho, pois antes era um trabalho feito pelos escravos, sendo assim, os cidadãos acreditavam que tendo que exercer uma atividade que antes era executada pelos negros, estariam eles se igualando a condição de escravo. Sendo assim, as famílias ilustres da sociedade não permitiam que os seus filhos entrassem na Marinha para fazer carreira militar começando como marinheiro, estes, entravam como oficiais para galgarem os postos mais altos do comando. Existia um abismo social enorme dentro da corporação, de um lado os marinheiros, netos de escravos e oriundos das famílias mais pobres e, do outro lado, os oficiais, vindos das famílias mais ilustres da alta sociedade que antes eram famílias escravocratas.

INFORMÁTICA EM SALA DE AULA

A tecnologia sozinha não consegue resolver nada.


terça-feira, 13 de outubro de 2009

Utilização da internet como ferramenta no processo ensino-aprendizagem


Importância da Internet na educação

A educação no Brasil sempre foi alvo de críticas. Métodos ultrapassados, professores mal remunerados, alunos pouco motivados, etc. Neste cenário, surge a internet que oferece contribuições positivas e negativas para a educação. Neste post irei focar nas oportunidades e na importância da internet na educação.
A internet é uma grande biblioteca
Sobre certo ponto de vista, a internet é uma grande biblioteca. Nela encontramos livros inteiros para consulta, artigos técnicos, enciclopédias, dicionários, vídeos educacionais e uma enorme variedade de sites e blogs com os mais diversos conteúdos educacionais.
Se no passado faltavam livros e materiais de estudo, agora o problema é o excesso. Localizar, organizar e tirar proveito de tudo isso é um desafio para os educadores e a escola atual.
Novas modalidades de ensino EAD
A importância da internet na educação pode ser vista nas novas modalidades de ensino, também chamada de EAD -
Educação a Distância. Embora existam ainda resistências em aceitar este modelo de ensino, é inegável que a educação a distância traz enormes benefícios para a educação como um todo. Alguns desses benefícios podem ser:
§ Permite o retorno de muitos alunos que haviam abandonado a escola por falta de tempo;
§ Leva cursos superiores a regiões remotas, onde esses cursos não existiam;
§ O custo de uma formação no modelo EAD é muito mais baixo que no modelo tradicional. Isto serve para o aluno e para a escola;
§ Estimula a auto-aprendizagem e a pesquisa;
Estímulo a leitura e escrita
Com algumas exceções, creio que as pessoas estão escrevendo muito mais agora do que antes de terem acesso à internet. O mesmo vale para a leitura, muito embora a leitura na internet seja diferente da leitura de um livro impresso, por exemplo.
Os blogs trouxeram um grande benefício para as pessoas: ler, pesquisar e escrever. Quem tem um blog, tem esta tríplice tarefa quase que diariamente. Então, que tal se as escolas sugerissem a seus alunos que cada um tivesse um blog? O resultado disso é que os alunos teriam de ler mais, pesquisar mais, escrever mais e consequentemente aprender mais.
Diminuição das diferenças culturais
Vi uma palestra do professor
Luli Hadfaher, onde ele diz que antes da internet as pessoas iam aos Estados Unidos, por exemplo, para comprar livros e consumir cultura, isto era uma vantagem competitiva no campo cultural. Hoje, com a internet isto não faz mais sentido, já que o mesmo conteúdo que existe lá está disponível aqui também.

Conceito de educação continuada
No meu entendimento, a importância da internet na educação caracteriza-se também pelo fato de trazer o conceito de educação continuada. Lembro que antigamente quando uma pessoa se formava em alguma área era um momento sublime, único e pelo menos na minha cabeça ficava a impressão de que aquela pessoa havia atingido o ápice. A internet tem mostrado a imensidão de
informações e conhecimentos disponíveis, isto nos leva a acreditar que devemos estudar sempre.

Retirado do blog: http://www.luis.blog.br/importancia-da-internet-na-educacao.aspx

Como podemos perceber a Internet é riquíssima em benefícios no processo ensino –aprendizagem, é uma forma dinâmica de se ensinar e aprender, algo que está inserido na realidade dos jovens e por isto torna-se mais fácil de chegar até eles, de fazer com que entendam certas matérias. Os professores devem acompanhar esta dinâmica tecnológica para não ficarem para traz, não que os professores serão substituídos por máquinas, mas estes devem estar se reciclando, acompanhando o desenvolvimento da juventude e trazendo cada vez mais, novas maneiras de ensinar. O professor deve ser um auxiliar, um mediador entre o aluno e o computador, a Internet. Ensinar e ajudar a pesquisar, mostrar que Internet não é apenas diversão, mas também fonte de conhecimento. O professor deve trazer este mundo de informação para dentro de sua sala de aula, facilitando assim a compreensão, se igualando a linguagem dos alunos.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Inclusão Digital - Ensino da Matemática


"A inclusão digital implica em investir na aquisição de computadores para escolas
e centros comunitários. Nesses locais, os usuários teriam a possibilidade de acessar a Internet
e a utilizar computadores de acordo com os próprios interesses. Segundo SILVEIRA (2003), a
política de inclusão e alfabetização tecnológica abrange os seguintes pontos:
“- A aprendizagem é um processo permanente e personalizado.
- Navegar na rede é uma forma de obtenção de informações que pode gerar
conhecimento;
- É direito das comunidades obter a orientação presencial de seus jovens e
adultos para refletir criticamente em um espaço de saber flutuante, contínuo e
permanentemente renovável.
- A aprendizagem em rede é cooperativa.
- Interagir, obtendo e gerando hipertextos, se está praticando e desenvolvendo
uma inteligência coletiva.
- É fundamental reconhecer, enaltecer e disseminar pela rede os saberes
desenvolvidos pela comunidade.
- Cada cidadã e cidadão deve buscar desenvolver na rede múltiplas
competências.
- É preciso assegurar à população o conhecimento básico da Informática e
incentivar o processo permanente de auto-aprendizagem” (p. 29).
A inclusão digital não abrange somente o acesso à Internet. Nela estão incluídos a
utilização de editores de textos, planilhas, softwares, jogos didáticos etc, orientados por
professores capacitados. Nesses centros de aprendizagem o usuário poderia desenvolver
várias atividades com o intuito de se familiarizar com um recurso." (Ferreira, Ana Cristina Andrejew
O uso do computador como recurso mediador na disciplina
de matemática no ensino médio / Ana Cristina Andrejew
Ferreira. - Porto Alegre, 2004.)

Fonte: http://tede.pucrs.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=1442
O Logo

Foi a primeira linguagem de programação desenvolvida para crianças, foi criado por Seymour Papert (1986). Adapta-se as escolas que são construtivistas, e também para crianças que têm dificuldades de aprendizagem. A característica básica do Logo é a sua forma de comunicação que se aproxima muito do modo como se estrutura o pensamento da criança, possibilitando desenvolver sua criatividade. A criança aprende errando, analisando erros e buscando soluções. O Logo é bastante utilizado também para o estudo de geometria. Ele pode ser usado na forma tradicional, para elaboração de desenhos geométricos e desenho em geral, na forma mais avançada o logo pode ser relacionado á robótica educacional. Ele geralmente é apresentado através da Tartaruga (mecânica ou de tela) que se move no espaço ou na tela como resposta aos comandos que a criança fornece através do computador. Neste ambiente o aprendiz pode explorar conceitos de diferentes domínios, como matemática, resolução de problemas, planejamento, programação. Os comandos que movimentam a Tartaruga podem ser utilizados numa série de atividades que a criança pode realizar. A metodologia Logo de ensino-aprendizagem tem sido utilizada numa ampla gama de atividades em diferentes áreas do conhecimento e com diferentes populações de crianças. Ele é utilizado no processo de alfabetização com crianças que não conhecem letras, palavras, ou números. É possível utilizar Logo para implementar jogos e desenvolver atividades na área de Matemática, Física, Biologia e Português do 1º e 2º graus (Valente e Valente, 1988). O logo tem sido usado na educação especial.


Fonte de pesquisa:

TAJRA, Sanmya F. Informática na Educação São Paulo, Editora Érica, 2001

www.infoescola.com/informatica/softwares-educacionais/ acesso em 09 de outubro de 2009

Atividades para o Ensino de Português


Olá, gente!!

Estava navegando na NET e encontrei um site com vários jogos que trazem atividades que podem ser trabalhadas em aulas de português. Vale mesmo a pena dar uma conferida, pois pode ser trabalhado com qualquer turma de todos os níveis: do fundamental ao ensino médio.

Tá aí o site: http://www.redescola.com.br

Gostei muito desse jogo para trabalhar com crianças em processo de letramento: http://www.redescola.com.br/software/uappr066/uappr066.swf

Hasta luego!! hehehehehe!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

UTILIZAÇÃO DA INTERNET COMO FERRAMENTA DE PESQUISA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

Esse vídeo não é exatamente ou apenas do nosso tema, mas sim serve para a disciplina em si, achei bastante interessante e quis dividi-lo com vocês, espero que gostem ;)

Jogos e Atividades para Sala de Aula


DICA DO DIA: Esse site traz diversos jogos, quiz, atividades didáticas dentre outras ferramentas que tbm podem ser utilizadas em sala de aula. Contém atividaes destinadas para todos os níveis e disciplinas... É bastante interessante... vale a pena conferir!!

O link é: http://sitededicas.uol.com.br/quiz_adu_portugues_facil.htm

Tecnologia para o processo de Ensino-Aprendizagem


O uso da tecnologia para o processo de ensino-aprendizagem torna-se cada vez mais necessário, devido o fato de a sociedade estar sempre em constante desenvolvimento.
Aprender de forma mais interativa e dinâmica é o primeiro passo para se pensar numa abordagem didático-pedagógica mais eficiente no que diz respeito ao "desenrrolar" da aprendizagem.
O computador torna-se, então, peça chave no auxiliar o professor no andamento de suas aulas.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Formação docente para o trabalho com a informática

A formação do professor em informática na educação vem ocorrendo, na maioria das vezes, através de cursos de capacitação de um número x de horas , que se desenvolvem na própria instituição de ensino, em universidades e centros de informática. Estes cursos são extremamente importantes e necessários para a implantação da informática na escola, mas nem sempre são suficientes em termos de propiciar mudanças reais no contexto da prática do professor.
Por essa razão a formação do professor em informática na educação precisa ser vista além do espaço/tempo do curso, contemplando nesse processo a dimensão do contexto do dia a dia do professor. Nesse enfoque a preparação do professor envolve muito mais do que ele aprender a lidar com as ferramentas computacionais. O professor também precisa aprender a recontextualizar o uso do computador, integrando-o às suas atividades pedagógicas. Isto significa que o processo de formação deve propiciar ao professor construir novos conhecimentos, relacionar diferentes conteúdos e reconstruir um novo referencial pedagógico.
Entretanto, a grande dificuldade do professor em formação é a reconstrução da sua prática pedagógica, principalmente quando os pressupostos educacionais que orientam o uso do computador se diferem da concepção de ensino e aprendizagem do sistema da escola. A visão educacional tecnicista do sistema da escola privilegia o ensino através da instrução e a aprendizagem do aluno através de um produto (padronizado). Já abordagem construcionista que fundamenta o uso do computador enfatiza a aprendizagem, através das interações e o processo de construção do conhecimento do aluno na elaboração de um produto que lhe seja significativo.
Nessa perspectiva, a questão é como preparar o professor para que ele possa integrar o uso do computador, baseado na abordagem construcionista com os conteúdos curriculares, na sua vivência - na sua realidade. A realidade de uma instituição de ensino se constitui de uma estrutura, uma organização de tempo, espaço, uma grade curricular, que muitas vezes dificulta o desenvolvimento de uma nova prática pedagógica. São as amarras institucionais que refletem nas amarras pessoais. Portanto, não basta o professor querer mudar. É preciso alimentar a sua vontade de estar construindo algo novo, de estar compartilhando os momentos de dúvidas, questionamentos e incertezas, de estar encorajando o seu processo de reconstrução de uma nova prática. Uma prática reflexiva onde a tecnologia possa ser utilizada no sentido de reverter o processo educativo, que se expressa de forma agonizante na sociedade atual.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

UTILIZAÇÃO DA INTERNET COMO FERRAMENTA DE PESQUISA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM


A preocupação com a veracidade das informações encontradas na rede ou o conteúdo inapropriado que os sistemas de busca podem trazer em uma simples pesquisa, gera relutância em alguns educadores sobre o uso da internet.
Para ajudar a orientar a navegação pela rede, alguns portais trazem conteúdo preparado por pedagogos e especialistas, dirigidos a professores e outras informações “extraclasse” para os alunos.
“As escolas, em geral, não estão preparadas para oferecer sozinhas um material multimídia e fazer a orientação do aluno para navegar”, diz Betina Von Staa, coordenadora pedagógica da tecnologia educacional do Grupo Positivo, que mantém os portais Educacional e Aprende Brasil, nos quais as escolas cadastradas podem acessar material de apoio, montar blogs para os professores, manter projetos on-line e até manter projetos com escolas de outras partes do país.
Na infinidade de informações que a internet dispõe ao usuário, o que há de melhor e de pior se mesclam. Por isso, é preciso critério e informação para não ter problemas. “Comparo a internet com uma imensa banca de revistas. Tem de tudo, mas qual você vai comprar e como você vai escolher é um problema”, diz a especialista em Tecnologia na Educação, professora Gláucia da Silva Brito, da Universidade Federal do Paraná.
A pesquisadora defende que o professor deve estar preparado para orientar os alunos com relação às pesquisas e à veracidade do conteúdo que encontram. “O professor precisa saber, por exemplo, identificar quando uma pesquisa é mera cópia de conteúdo da internet. Mas isso não é propriamente um mal exclusivo da rede, na minha época os alunos faziam isso com a Enciclopédia Barsa. É uma questão cultural”, comenta.
Gláucia afirma que o papel do professor na sala de aula com a entrada das novas tecnologias não se altera. A sua função ainda é educar e não ser um mero instrutor. “Nunca será papel do professor repassar informações, mas ensinar o aluno a ter senso crítico sobre o que ele observa. Há sete anos discutíamos qual tecnologia poderíamos utilizar em sala de aula, hoje pensamos em como usar o máximo das tecnologias disponíveis”, relata.
A advogada e pedagoga especialista em direito digital do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados, Cristina Sleiman, co-autora do livro Direito digital no dia-a-dia, relata casos sobre os riscos do mau uso da internet pelos jovens, que a utilizam mais para o entretenimento.
Para Cristina, os pais e os professores devem sempre intermediar o acesso do aluno à rede.“É preciso orientar a criança desde cedo, pois elas têm esse contato ainda pequenas. Temos de formar a cidadania digital, a criança precisa saber que ela pode ser tanto vítima quanto infrator na internet”, afirma.
A especialista diz que o primeiro passo para essa educação crítica é pais e educadores conhecerem as ferramentas. “Os pais precisam saber o que é o Orkut, o MSN, o Youtube. Só conhecendo bem as ferramentas é que poderão monitorar e orientar o uso saudável da rede”, opina

sábado, 3 de outubro de 2009

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Software Educativos no ensino de História e Geografia

A revolução inglesa começou em 1642 até 1660 e foi um movimento em que parte dos senhores de terras e comerciantes se insurgiram contra o poder absoluto do rei e de seus associados, ou seja, a nobreza e o clero, que nada produziam. Com esse poder a determinadas funções, impedindo o controle do comercio e da indústria e a criação de impostos pelo rei sem autorização do parlamento. Diante de um conflito civil, as forças políticas que lutavam contra o absolutismo derrubaram a monarquia em 1649 e proclamaram a republica. Dessa forma foi possível a eliminação dos últimos laços que prendiam entre os ingleses e a sociedade feudal.

O núcleo fundamental nesse processo foi à implantação de vários direitos que hoje são considerados universais. Esse movimento alterou uma sociedade e só depois a transformação social foi em varias sociedades.

UTILIZAÇÃO DA INTERNET COMO FERRAMENTA DE PESQUISA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM


A internet na sala de aula

Cada vez mais educadores descobrem o potencial de usar conteúdos multimídias para ensinar. A nova geração de jovens já tem pleno domínio da tecnologia e a companhia de computadores em sala de aula é a nova realidade de algumas escolas

A educação não poderia ficar de fora da revolução digital. Muitas escolas já perceberam a eficácia das novas tecnologias no ensino e levam os computadores para dentro da sala ou ensinam os alunos a pesquisarem corretamente usando a internet como ferramenta.

Mas os especialistas alertam: os professores e pais têm de se atualizar e conhecer a fundo esses novos recursos. Trabalho difícil em meio ao conflito de gerações que se desenha: de um lado os alunos, acostumados a banda larga e ao celular; de outro, professores que um dia desejaram um moderno videocassete em sala.

Para a mestre em educação Márcia Di Palma, do Núcleo de Pesquisa de Práticas Pedagógicas Interativas da Universidade Tuiuti do Paraná, a solução deste dilema está na inclusão e capacitação do professor. “A preparação vem com o uso. Para se criar com um novo recurso tecnológico é preciso primeiro dominá-lo. É um processo natural”, afirma.

E os números mostram que os professores precisam ser incluídos no acesso e domínio da tecnologia. Segundo o último Censo dos Profissionais do Magistério da Educação Básica (2003), realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), dos 1,54 milhões de professores entrevistados, 585 mil têm computador em casa, contra 700 mil que não têm contato com o equipamento.

“Se você não tem capacitação, o espaço do laboratório de informática é subutilizado”, comenta a professora Márcia, pesquisadora do uso de tecnologia em sala há 14 anos.

Aprendendo melhor

“As crianças conseguem entender melhor o conteúdo quando veem um vídeo, uma animação, do que quando ouvem falar sobre o conteúdo ou veem uma ilustração no livro”, conta a professora Sílvia Regina Darromqui, que usa vídeos e conteúdo que baixa da internet para ensinar ciências na Escola Estadual Victor do Amaral, em Curitiba.

Sílvia usa uma televisão com porta USB, que permite exibir material armazenado em um pen drive em tevês apropriadas a essa função. Ela conta que as noções de Física e Química ficam mais reais para os alunos da 8ª série com o uso da tecnologia. “Consegui mostrar, por exemplo, a primeira vez em que um elétron foi filmado, apresentando um vídeo do YouTube (www.youtube.com), diz Sílvia.

A professora diz que o uso de conteúdo disponível na internet em sala de aula desperta a curiosidade dos alunos para procurar por conta própria mais conteúdo na rede. “Eu seleciono com cuidado todo conteúdo que apresento e eles sempre perguntam onde podem encontrar mais sobre aquele assunto”, afirma.

Na escola Positivo Jardim Ambiental, pelo menos uma vez por semana as aulas são na frente do computador. Disciplinas como Física e Biologia são ensinadas no monitor, com animações e simuladores. “Acessamos, em sala, um portal que simula um microscópio eletrônico, um equipamento extremamente caro para se ter em uma escola. Pelo site os alunos visualizam lâminas reais de tecidos”, diz Juliana Augusta Dadaz, professora de informática da escola.

As alunas da 6ª série do colégio, Izabela Mara Martins e Bruna Isadora Bastos, 11 anos, dizem que as aulas de ciências na frente do computador ajudam a entender melhor o conteúdo. “Você já tem uma visão definida do que o professor está falando, não precisa ficar imaginando”, diz Bruna.

As alunas contam que já utilizavam a internet em casa, mas que o uso é mais para entretenimento do que para os estudos. Mesmo assim, a rede é a única fonte de pesquisa. “Minha mãe prefere que eu faça pesquisa com livros, mas com a internet é mais fácil e rápido, você digita e já aparece tudo”, diz Izabela.

A própria aula de informática ganhou nova roupagem. Se no começo dos anos 1990 se aprendiam princípios de MS-DOS e editor de texto em monitores de tela verde, hoje, as crianças da 5ª série têm noções de organização da informação e, na 6ª série, aulas de pesquisa avançada na internet e de produção de vídeo. “Essa é uma geração hi-tech. Eles dominam o equipamento e têm muita facilidade para aprender”, conta Juliana.

Utilização de softwares educacionais

O uso da tecnologia informática nas escolas vem sendo cada vez mais difundido, no entanto, há, ainda muitas dúvidas sobre a forma de utilização dos computadores e dos softwares educacionais. Para Andréa de Farias de Castro uma das dúvidas mais comuns recai sobre as diferentes formas de utilização dos softwares educacionais. Para a efetivação de um modelo educacional de base construtivista, por exemplo, entre outras coisas, é necessário que se possibilite a professores e alunos, o acesso a diferentes recursos capazes de contribuir com os processos de construção do conhecimento.
Na prática da informática educacional, disponibilizar software é uma maneira de oferecer, no suporte computacional, uma diversidade de materiais com os quais se possam interagir a partir dos próprios saberes para a construção de novos conhecimentos. Em qualquer proposta educacional em que o computador esteja inserido, seja como ferramenta de trabalho nas salas de aula, seja nos laboratórios de informática, como um material para o professor, para o aluno, ou para ambos, os softwares educacionais são produtos que devem ser avaliados pedagogicamente antes da sua utilização.
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terça-feira, 29 de setembro de 2009

INFORMÁTICA NA SALA DE AULA





















Este parábola é do livro A máquina das crianças, de Seymoour Paper . Foi utilizado na introdução do texto A Importância da informática na educação para o século XXI( Sanmya). Para ler o texto na íntegra acesse o site infoeduc.maisbr.com.

"Imagine um grupo de viajantes do tempo de um século anterior, entre eles um grupo de
cirurgiões e outro de professores primários, cada qual ansioso para ver o quanto as coisas mudaram em sua profissão a cem anos ou mais no futuro. Imagine o espanto de os cirurgiões entrando numa sala de operações de um hospital moderno. Embora pudessem entender que algum tipo de operação estava ocorrendo e pudessem até mesmo ser capazes de adivinhar o órgão-alvo, na maioria dos casos seriam incapazes de imaginar o que o cirurgião estava tentando fazer ou qual a finalidade dos muitos aparelhos estranhos que ele e sua equipe cirúrgica estavam utilizando. Os rituais de anti-sepsia e anestesia, os aparelhos eletrônicos com seus sinais de alarme e orientação e até mesmo as intensas luzes, tão familiares às platéias de televisão, seriam completamente estranhos para eles.
Os professores viajantes do tempo responderiam de uma forma muito diferente a uma sala
de aula de primeiro grau moderna. Eles poderiam sentir-se intrigados com relação a alguns poucos objetos estranhos. Poderiam perceber que algumas técnicas-padrão mudaram - e provavelmente discordariam entre si quanto a se as mudanças que observaram foram para melhor ou para pior -, mas perceberiam plenamente a finalidade da maior parte do que se estava tentando fazer e poderiam, com bastante facilidade, assumir a classe”

É interessante porque nos alerta sobre as mudanças que temos que fazer nas nossas práticas. As tecnologias estão aí batendo a nossa porta e precisamos aprender a lidar com elas, se não, vamos continuar dando aulas a crianças e jovens do século XXI com métodos do século passado. Ao entendermos a importância da informática em sala de aula, não como um fim e sim como um meio, estaremos contribuindo com a aprendizagem dessas crianças e jovens.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

UTILIZAÇÃO DA INTERNET COMO FERRAMENTA DE PESQUISA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM


"A Internet é um conglomerado de redes, com computadores e celulares interligados por IP's (Protocolos de Internet), o que permite o acesso rápido às informações e a todo o tipo de transferência de dados.

Educar com o auxílio da Internet, ajuda na quebra das 'barreiras' geográficas, culturais e socioeconômicas, tendo em vista que de qualquer ponto do planeta, as mesmas informações disponíveis podem ser acessadas através da rede. Ou seja, a Internet proporciona a 'democratização' da educação.

O uso da Internet leva-nos a acreditar em uma nova era e dimensão qualitativa do ensino-aprendizagem. Através desse uso, coloca-se o ato educativo mais voltado para uma visão cooperativa. Além do que, a utilização das redes, traz à prática pedagógica um ambiente mais atrativo, onde o educando (aluno) se torna capaz, por meio da auto-aprendizagem e de seus educadores (professores), de poder tirar proveito dessa tecnologia para a sua vida.

A Internet proporciona um ambiente interativo e graficamente muito rico e atrativo. Possibilita aos professores (educadores), por exemplo, disponibilizar os conteúdos abordados na sala de aula em tempo real para os educandos (alunos), através de dispositivos e ferramentas como webcams, websites, etc., disponíveis na Internet. A rede também permite a pesquisa e a troca de informações em tempo real através dos sistemas de messengers (mensagens instantâneas) e do serviço VOIP, por exemplo, que consiste em um serviço de voz através do ambiente web, podendo ser acessados de dispositivos como computadores e celulares."

http://www.webartigos.com/articles/19567/1/a-internet-como-ferramenta-para-o-ensino-e-aprendizagem/pagina1.html

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

UTILIZAÇÃO DA INTERNET COMO FERRAMENTA DE PESQUISA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM




"Você sabe o que uma wiki? Para que ela serve?

Como professores como podemos utilizá-la no processo de ensino-aprendizagem?

Uma Wikis, segundo a WIKIPÉDIA "wiki" por consenso, é um software colaborativo que permite a edição coletiva de documentos em uma linguagem de marcação muito simples e eficaz, através da utilização de um navegador web. Nele é possível criar, editar e ligar páginas e ainda controlar conteúdos de usuários de wikis."
site de pesquisa:Blog AMBIENTE INFORMATIZADO, lá você encontrar o resto desse texto.
Idéias todo mundo tem. Como é que entram na cabeça da gente? Entram porque a gente lê, observa, conversa, vê espetáculos.
Ruth Rocha.

formação docente


É essencial a busca de novos conhecimentos.

A formação docente do professor para o trabalhocom informática na educação
necessita que o professor sempre procure atualizações, pois a informática está evoluindo a cada instante, é preciso planejar um trabalho voltado para a aprendizagem máxima do aluno, ou seja, o trabalho pedagógico através do computador deve ter " a cara do aluno"...

Convívio com a diversidade

O Convívio com a diversidade contribui para uma sociedade menos excludente e mais inclusiva...

trabalhando com as tecnologias da informaçao


texto com foto

Informatica na sala de aula


texto com foto

Informatica na sala de aula


texto com foto

Formação docente


Importância de aprender cada vez mais.


terça-feira, 22 de setembro de 2009

Utilização de Softwares educacionais

Equipe 2: Ana Lúcia, Danielle, Luciana.
Tema: A utilização de softwares educacionais



Softwares educacionais são programas desenvolvidos para finalidades educativas, segundo Girafa (1999) “Todo programa que utiliza uma metodologia que o contextualize no processo ensino e aprendizagem, pode ser considerado educacional”
Suas principais funções são promover a motivação, despertar estímulos novos, ativar a resposta dos alunos, desenvolver a auto-aprendizagem.
A utilização de software é uma boa estratégia, pois eles podem ser integrados a pesquisas escolares. Há muitos softwares disponíveis conforme o interesse dos professores para cada área especifica (Português, Matemática, Ciências, Geografia, História, Inglês).
É preciso competência do professor para estabelecer as possibilidades e restrições do uso dos softwares. Texeira e Brandão (2003) afirmam que “a utilização do Computador na Educação só faz sentido na medida em que os professores o concebem como uma ferramenta de auxílio as suas atividades didático-pedagógicos, como instrumento de planejamento e realização de projetos interdisciplinares, como elemento que motiva e ao mesmo tempo desafia o surgimento de novas práticas pedagógicas, tornando o processo ensino-aprendizagem uma atividade inovadora, dinâmica, participativa e interativa.”
Pode-se se citar dois critérios básicos para a seleção do software: deve possuir uma concepção pedagógica clara e bem fundamentada e deve ser tecnicamente bem elaborado.
É preciso atender os objetivos educacionais estabelecidos, visando à sua efetividade pedagógica, é necessário que seu desenvolvimento conte com especialistas tanto das áreas de Educação quanto de Informática. Também como qualquer software, "os educacionais" possuem pontos fortes e limitações. É importante reconhecer quando um software é adequado para os objetivos curriculares pretendidos, podendo integrar-se, dessa forma ao contexto educacional. TAJRA (2001) diz que “o professor precisa conhecer os recursos disponíveis dos programas escolhidos para suas atividades de ensino, somente assim ele estará apto a realizar uma aula dinâmica, criativa e segura. Ir para um ambiente de informática sem ter o programa a ser utilizado é o mesmo que ir dar uma aula sem planejamento e sem idéia do que fazer.”
Os softwares educacionais se classificam em grandes grupos, com as seguintes características:
Tutorias: apresentam instruções para realizar algumas tarefas em específico; possuem baixa interatividade.
Exercitação; são os softwares que possibilitam atividades interativas, através de resposta as questões apresentadas.
Investigação: por meio desses programas se localiza as informações a respeito de vários assuntos.
Simulação: É usado para visualizar digitalmente grandes fenômenos da natureza ou fazer experimentos.
Fonte:
wikipédia.org.br. Acesso em: 21set2009.
TAJRA, Sanmya F. Informática na Educação São Paulo, Editora Érica, 2001

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

UTILIZAÇÃO DA INTERNET COMO FERRAMENTA DE PESQUISA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

Se pararmos para pensar iremos perceber a importância da internet no nosso dia-a-dia, quando a utilizamos temos o mundo em nossas mãos, poderemos está em nossos lares, mas na verdade estamos nos sentindo em outra parte do mundo, “saímos de casa”, sem de fato sairmos. Podemos através dela ler jornais, revistas, entrevistas e até mesmo dialogarmos com pessoas que estejam do outro lado do mundo.

Através da internet novas descobertas chegam mais rápido para a população e se espalha por todo o mundo, dando acesso a informação, a todos e em todo o lugar. A internet vem muitas vezes facilitar o processo de ensino-aprendizagem, seja numa pesquisa a um tema, num vídeo gravado por outra pessoa, no debate sobre um assunto, em simulações, jogos pedagógicos, na comunicação entre professor e aluno, podemos ler livros, ter acesso a outras bibliotecas, enfim, cabe a quem vai utilizá-la para fins educacionais definir qual objetivo se quer atingir, pois mesmo a sua utilização restrita pode ter importante valor.
“O poder de sedução da Internet pode, portanto alterar a educação formal, uma vez que formas efetivamente inovadoras de educação, utilizando os serviços da Internet, podem ser pensadas e postas em prática, mudando as velhas concepções pedagógicas. A Internet é uma mídia que facilita a motivação dos alunos pelas possibilidades inesgotáveis de pesquisa e novidades que oferece. Para os alunos que estão motivados a adquirir conhecimento e qualificações, há abundância de materiais apropriados para aprender, o que amplia inclusive as chances de êxito na auto-aprendizagem. Neste contexto, o professor se torna um mediador do conhecimento e professor e aluno podem até mesmo estar separados no espaço e/ou no tempo. Mas essa grande disponibilidade de material também tem suas desvantagens, exigindo cuidado ao consultá-los.” (http://www.sucesumt.org.br/mtdigital/anais/files/AInternetcomoFerramentadeApoioaoProcessodeensinoaprendizagem.pdf)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Games Educativos: Uma nova forma de educação

Formação docente em informatica

Olá aqui está um video muito interessante a respeito da importância de o professor estar engajado nas novas tecnologias e tendências:

Crianças precisam de limites para brincar com jogos eletrônicos

Formação docente para o trabalho com informatica na educação

Achamos interessante este site http://http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm?pg=internet_e_cia.informatica_principal&id_inf_escola=782. Relata sobre a importância da formação decente, quando o professor realmente se importa com a aprendizagem dos seus alunos.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

UTILIZAÇÃO DA INTERNET COMO FERRAMENTA DE PESQUISA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

Oi gente, bom dia.
Este é o primeiro de muitos textos que nosso grupo estará postando no blog no decorrer deste mês. É um texto que fala um pouco sobre os desafios enfrentados tanto pelos professores quanto pelos alunos com relação a utilização da internet em sala de aula e também como ela pode ser bem aproveitada trazendo benefícios para todos. Boa leitura e deixem comentários!!


Desafios da Internet para o professor - José Manuel Moran . Texto inspirado no capítulo primeiro do livro: MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos e BEHRENS, Marilda.
Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica.12ª ed. Campinas: Papirus,2006, p.12-17

"A Internet propicia a troca de experiências, de dúvidas, de materiais, as trocas pessoais, tanto de quem está perto como longe geograficamente. A Internet pode ajudar o professor a preparar melhor a sua aula, a ampliar as formas de lecionar, a modificar o processo de avaliação e de comunicação com o aluno e com os seus colegas. (...) Os alunos podem fazer suas pesquisas antes da aula, preparar apresentações -individualmente e em grupo. Podem consultar colegas conhecidos ou desconhecidos, da mesma ou de outras escolas, da mesma cidade, país ou de outro país. Aumentará incrivelmente a interação com outros colegas, pesquisando os mesmos assuntos, trocando resultados, materiais, jornais, vídeos. (...) A Internet será ótima para professores inquietos, atentos a novidades, que desejam atualizar-se, comunicar-se mais. Mas ela será um tormento para o professor que se acostumou a dar aula sempre da mesma forma, que fala o tempo todo na aula, que impõe um único tipo de avaliação. Esse professor provavelmente achará a Internet muito complicada - há demasiada informação disponível - ou, talvez pior, irá procurar roteiros de aula prontos -e já existem muitos - e os copiará literalmente, para aplicá-los mecanicamente na sala de aula. (...) podemos enriquecer extraordinariamente o processo, mas, ao mesmo tempo, o complicamos. Ensinar é orientar, estimular, relacionar, mais que informar. Mas só orienta aquele que conhece, que tem uma boa base teórica e que sabe comunicar-se. O professor terá que se atualizar sem parar, vai precisar abrir-se para as informações que o aluno vai trazer, aprender com o aluno, interagir com ele. (...) As possibilidades da Internet no ensino estão apenas começando. "


Texto na integra no link abaixo:

http://www.eca.usp.br/prof/moran/desaf_int.htm

Como podemos perceber, a Internet esta incluída no processo de ensino-aprendizagem para somar benefícios, mas cabe a cada um utilizá-la da forma mais coerente para que esta ferramenta não se torne uma máquina de textos feitos e apresentados em sala de aula, o famoso copiar e colar. Devemos aprender a pesquisar, buscar mais informações, “vasculhar” diversos sites, e não apenas o primeiro que encontramos, devemos retirar o melhor que a Internet tem a nos oferecer. Não podemos também nos limitar a apenas visualizar certas informações, mas compartilharmos com nossos professores, colegas de sala, para que este conhecimento se amplie e outros conhecimentos sejam formados. Temos que ver a Internet como algo a mais, algo que venha contribuir para nosso conhecimento e não como uma fonte de informação.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

educativos no ensino de historia e geografia

Olá,
este grupo é formado por: Pedro, Elizabeth e Flávio.
este espaço destina-se a compatilhar a busca de conhecimentos e de liberdade sobre a Historicidade e a Geografia que envolve a sociedade, espaço e tempo.
Software educativo no Ensino de Ciências

A nossa equipe é formada pelos seguintes componentes:

Fátima Souza
Luciana Mara
Valdilene Sousa

Estaremos em breve postando mensagens de interesse público, visando aprimorar e aperfeiçoar os conhecimento na área do Ensino de Ciências.

Utilização da internet como ferramenta de pesquisa no processo do ensino-aprendizagem

O grupo responsável por este assunto é:
Katya Cruz
Fabiana Andrade
Natalia Castelo Branco

Atraves dessa ferramenta iremos postar entrevistas, comentários, vídeos e reportagens interessantes que venha acrescentar o nosso conhecimento sobre o assunto.

Formação Docente

Somos do grupo sete e vamos pesquisar sobre o tema" Formação docente para o trabalho com Informatica na Educação". Epuipe: Ana Maria, Joelma e Mara Nunes.

Softwares educativos do ensino de Português e Matemática

Somos a equipe formada por: Amélia, George e Tatiane que ficamos responsáveis de transmitir para os demais colegas informações sobre o seguinte tema: "Softwares educativos do ensino de Português e Matemática".

informática na sala de aula/equipe 8

Olá pessoal, aqui quem escreve é a Bete, Cadija e a Eveline

Futuramente postaremos várias informações sobre a importância da informática na sala de aula.