Blog criado para discutir as Tecnologias Digitais na Educação.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Historia de um professor
26 de Novembro de 2009 12:26
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Eu escolhi o segundo vídeo para comentar " historia de um professor" , esse vídeo fala da historia de um professor que sentia dificuldades em ensinar numa sala de aula, mas mesmo com todas essas dificuldades enfrentou a realidade, buscou uma solução procurando mudar a sua metodologia de ensino, sentia também que precisava da colaboração dos pais dos alunos. Com a ajuda dos pais e a força de vontade do próprio professor a situação da turma inverteu, já não existia a turma rebelde, o professor superou, conseguiu mudar a realidade da turma.
O vídeo foi criado a partir de um programa chamado photostory, aprendemos a manusear esse programa no worshop dirigido pela professora Kátia que se encontra nos EUA. Pegamos imagens no Google que encaixava com a historia que criamos, escrevemos em cima das imagens á historia e depois colocamos musica para acompanhar.Foi interessante fazer esse trabalho, gostei muito!!
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Sobre a Storytelling
"Meu Meio Ambiente"
Bullying
Utilizamos o programa Photo Story 3 que nos foi apresentado pela professora Catia através de um workshop que nos troxe muito conhecimento. Esta experiência de produzir uma história virtual foi muito interessante, pois utilizamos imagens retiradas da internet e também nossas vozes na narrativa, foi um trabalho muito rico em descobertas e aprendizado.
Formação Docente
terça-feira, 24 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
Formação docente
sábado, 21 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Formação docente e as impressões da trabalho do wokshop
terça-feira, 17 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
Sobre scratch
Sobre o Workshop de Digital Storytelling
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Workshop Digital Storytelling
“Nossa vida não é aquela que vivemos, mas, sim, aquela que lembramos, e como a lembramos, para poder contar sua história” Gabriel Garcia Márquez.
Sobre schatch
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Sobre o Workshop de Digital Storytelling
tem sido bastantante interessante e produtiva, pois estou conhecendo essa nova ferramenta de trabalho na qual vc aprende através da construção de videos com histórias feitas por nós mesmos, isto torna o trabalho mais original e com a "nossa cara",diante do fato de vc poder construir algo que irá trabalhar o que vc quer, da maneira que deseja usando o PC, achei ótimo.
A respeito do scratch...
Eu encontrei muitas dificuldades em trabalhar com o scratch, acredito que por falta de conhecimento da ferramenta mesmo, pois vc pensa em algo e não consegue executar da maneira que gostaria, aquele passo-a-passo do programa dificulta um pouco, porém com um pouco mais de prática tais problemas serão resolvidos,assim espero.
Scratch
fazer um jogo mais não consegui, então fiz uma
animação. Acho ele muito bom para a crianças,
é divertido elas gostam muito.
sábado, 7 de novembro de 2009
Sobre o scratch !

quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Scratch
Impressões sobre o scratch
Scratch
Nele, junto com minha equipe, fiz o boneco dançar forró, que as letras se misturassem e uma calculadora, enfim, fiz um bom aproveitamento dele, claro que dentro das limitações e suas complicações.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Copyright 2009 Alexandre Oliva
http://www.fsfla.org/svnwiki/blogs/lxo/pub/livre-educar
Software privativo é falta de educação, por Alexandre Oliva (lxoliva@fsfla.org)
Enquanto escolas públicas se preparam para oferecer Um Computador por Aluno, com Software Livre, às populações que em sua maioria não possuem computadores de propósito geral, escolas particulares desperdiçam seus orçamentos menos apertados em software privativo, incompatível com a missão de educar.
Não é que o software privativo escolhido pelas escolas não cumpra o propósito para o qual foi projetado. Às vezes até cumpre. O problema é que o propósito educacional, quando o software é privativo, vem sempre acompanhado de outros propósitos indesejáveis. E são esses outros propósitos que criam hábitos prejudiciais e limitam as possibilidades de aprendizado.
O objetivo da educação não deve se limitar a transmitir informação. Deve preparar o educando para ser um cidadão livre e independente, bom membro da sociedade, capaz de utilizar o conhecimento e as técnicas que adquiriu para buscar conhecimento que deseje ou necessite, assim como para desenvolver conhecimento novo, pelo bem de todos.
Software Livre, isto é, software que respeita as liberdades dos usuários de executar o software para qualquer propósito, de estudar o código fonte do software e adaptá-lo para que faça o que o usuário deseje, de fazer e distribuir cópias do software, e de melhorá-lo e distribuir as melhorias, permite que pessoas usem computadores sem abrir mão de serem livres e independentes, sem aceitar condições que os impeçam de obter ou criar conhecimento desejado.
Software que priva o usuário de qualquer dessas liberdades não é Livre, é privativo, e mantém usuários divididos, dependentes e impotentes. Não é uma questão técnica, não tem nada a ver com preço nem com a tarefa prática desempenhada pelo software. Um mesmo programa de computador pode ser Livre para alguns usuários e não-Livre para outros, e tanto os Livres quanto os privativos podem ser grátis ou não. Mas além do conhecimento que foram projetados para transmitir, um deles ensinará liberdade, enquanto o outro ensinará servidão.
Falta de Educação
Se o usuário depender de permissão do desenvolvedor do software para instalá-lo ou utilizá-lo num computador qualquer, o desenvolvedor que decida negá-la, ou exija contrapartida para permiti-la, efetivamente terá controle sobre o usuário. Pior ainda se o software armazenar informação do usuário de maneira secreta, que somente o fornecedor do software saiba decodificar: ou o usuário paga o resgate imposto pelo fornecedor, ou perde o próprio conhecimento que confiou ao seu controle. Seja qual for a escolha, restarão menos recursos para utilizar na educação.
Ter acesso negado ao código fonte do programa impede o educando de aprender como o software funciona. Pode parecer pouco, para alguém já acostumado com essa prática que pretende também controlar e, por vezes, enganar o usuário: de posse do código fonte, qualquer interessado poderia perceber e evitar comportamento indesejável, inadequado ou incorreto do software. Através dessa imposição de impotência, o fornecedor cria um monopólio sobre eventuais adaptações ao software: só poderão ser desenvolvidas sob seu controle. Pior ainda: cerceia a curiosidade e a criatividade do educando. Crianças têm uma curiosidade natural para saber como as coisas funcionam. Assim como desmontam um brinquedo para ver suas entranhas, poderiam querer entender o software que utilizam na escola. Mas se uma criança pedir ao professor, mesmo o de informática, que lhe ensine como funciona um determinado programa privativo, o professor só poderá confessar que é um segredo guardado pelo fornecedor do software, que a escola aceitou não poder ensinar ao aluno. Limites artificiais ao que os alunos poderão almejar descobrir ou aprender são a antítese da educação, e a escolha de modelos de negócio de software baseados numa suposta necessidade de privação e controle desse conhecimento não deve ser incentivada por ninguém, muito menos pelo setor educacional.
O compartilhar é um valor essencial para o funcionamento da sociedade. Não é à toa que, como parte da missão da educação, está a compreensão e a prática desse valor. Quem leva um brinquedo à escola é ensinado a compartilhá-lo com os colegas. Por que com software seria diferente? De fato, com software essa prática deveria ser ainda mais incentivada, pois não há sequer o risco de o amigo quebrar o software. Sendo um bem não-rival, pode ser usado por vários ao mesmo tempo: o compartilhamento se dá não por divisão, mas por multiplicação. Mas, ao contrário do brinquedo, quando se trata de software, várias escolas ensinam que compartilhar é feio, errado, comparável a atacar barcos. Ensinam que não se deve compartilhar um brinquedo de software levado à escola, e dão o mau exemplo elas mesmas, negando-se a compartilhar o software que oferecem aos alunos. Isso porque escolheram mal o software: decidiram apoiar modelos de negócios mesquinhos, baseados em privação, escassez artificial e desrespeito ao próximo, ao invés de formarem cidadãos conscientes e livres, ensinando a adotar e apoiar práticas que respeitam valores essenciais da sociedade.
O cooperar é outro valor essencial para o funcionamento da sociedade. A aquisição de software educativo ou de propósito geral como enlatado atenta contar esse valor. Cercear o impulso criativo das crianças e adolescentes, aceitando o impedimento de melhoria ao software, prejudica não só o desenvolvimento dos alunos, que logo se acostumam a aceitar a posição de consumidores passivos, como também a sociedade, já que limita as contribuições que esses alunos poderiam vir a fazer, se não estivessem proibidos de construir sobre ombros de gigantes. Ao invés de aceitar software enlatado, sobre o qual pouco ou nenhum controle pode ter, a própria escola deveria dar o exemplo e influenciar ativamente o desenvolvimento do software educacional que adota, para que as motivações educacionais e suas decisões pedagógicas venham ao primeiro plano, sem que considerações mercadológicas do fornecedor prevaleçam. Não quer dizer que a escola tenha de ter sua própria equipe de programadores, mas que o Software seja Livre, de modo que, se um dia o fornecedor se recusar a fazer uma modificação desejada pela escola, ela possa contratar outro fornecedor para desenvolver a melhoria, cooperando ou não com suas semelhantes.
Não é à toa que fornecedores de software privativo com frequência oferecem o software que controlam gratuitamente, ou a preço menor, para uso educacional. Querem que crianças e jovens sejam adestrados sob seu controle, e se tornem dependentes. Depois, quando estiverem (de)formados, chegarão ao mercado de trabalho e não conhecerão alternativa. Pior, estarão dependentes. Assim como oferecer cigarro ou drogas entorpecentes para os alunos, deveria ser impensável oferecer software privativo. Aceitá-lo é cercear a criatividade, limitar o aprendizado, promover valores anti-sociais e fomentar a servidão tecnológica e a ditadura do desenvolvedor. São objetivos incompatíveis com a educação. O software privativo mata a aula. Se vai à escola, atrapalha. Boa educação é com Software Livre presente!
Utilização da internet como ferramenta no processo ensino-aprendizagem
Por Gabriela E. Possolli Vesce
A internet vem se expandindo no meio social sendo considerada a mídia mais promissora desde o surgimento da televisão. Trata-se da mídia mais descentralizada existente atualmente, e justamente por esse motivo passa a ser também a mídia mais ameaçadora para os grupos hegemônicos, tanto política como economicamente. As pessoas podem dizer o que quiserem por meio da internet, conversar com quem desejarem, oferecer serviços que considerarem convenientes. Disso resulta um grande gama de tentativas para controlar a internet, seja de forma clara ou sutil. Até mesmo leis específicas para controlar essa mídia estão sendo elaboradas, tais leis tem seus aspectos coercitivos visando censurar a liberdade que a internet possibilita, mas por outro lado, buscam punir crimes que têm sido cometidos pela internet (ex.: hackers que roubam senhas e propagam vírus).
A Internet tem sido usada de diversas maneiras e em diferentes níveis de intensidade, em todas as modalidades da educação, tanto por alunos como por professores, refletindo diretamente na qualidade do ensino, pela qual se luta e sobre a qual se discute demasiadamente.
As ferramentas da internet como, o correio eletrônico, os sites de busca, os fóruns de discussão, os gerenciadores de conteúdo, bibliotecas virtuais, etc, são usadas de diversas formas, tanto em contextos de educação presencial como na educação à distância, sendo que, no ensino presencial essas ferramentas são utilizadas como instrumentos de apoio.
Há muita informação disponível na internet, em quantidade quase que inesgotável e acessível de qualquer parte do mundo. Mas por outro lado, quando se é confrontado com esse grande volume de informações, existe uma tendência de dedicar um tempo menor para a análise dos conteúdos devido à compulsão por navegar e descobrir outras páginas. Além desse problema tem-se a questão da confiabilidade e da qualidade de alguns sites disponíveis na internet enquanto fontes de pesquisa, uma vez que existem opiniões divergentes sobre um assunto e até mesmo informações falsas ou imprecisas. Desse modo, cabe ao professor orientar seus alunos no sentido de que é preciso filtrar as informações e verificar quem está escrevendo, a que instituição está vinculado e a partir de que visão de mundo faz isso.
O professor, enquanto orientador na utilização da internet, deve estar atento a seguinte armadilha da internet: utilizar a internet como meio de entretenimento e livre navegação pode se tornar mais sedutor do que o trabalho de interpretação e concentração exigido pela pesquisa. Dessa forma, é papel do professor evitar que os alunos sejam dispersos enquanto realizam suas pesquisas. Trata-se de um dilema complicado de ser resolvido na prática, uma vez que alguns alunos atravessam uma fase de deslumbramento com a tecnologia, em que se encontram curiosos e dificilmente conseguem organizar-se a fim de se concentrar em um só site ou tema de cada vez.
http://www.infoescola.com/pedagogia/internet-na-educacao/
domingo, 25 de outubro de 2009
A Informática Educativa em sala de aula

A informática vem adquirindo cada vez mais relevância no cenário educacional. Sua utilização como instrumento de aprendizagem e sua ação no meio social vêm aumentando de forma rápida entre nós. Nesse sentido, a educação vem passando por mudanças estruturais e funcionais frente a essa nova tecnologia. Houve época em que era necessário justificar a introdução da Informática na escola. Hoje já existe consenso quanto à sua importância. Entretanto o que vem sendo questionado é a forma com que essa introdução vem ocorrendo.
O Objetivo principal nos dias atuais é adaptar no currículo escolar a utilização da informática (computador) como instrumento de apoio às matérias e aos conteúdos lecionados, além da função de preparar os alunos para uma sociedade informatizada.
Observa-se que no início, quando nas escolas fez-se o uso do computador, foi comprovada a pouca experiência dos alunos com essa tecnologia. Houve processo lento para modernização no sistema escolar, onde eram necessários a utilização de técnicos especializados nessa função de ensinar informática. Profissionais que não estavam ligados no conteúdo programático da instituição de ensino sem vínculo com as disciplinas, cujos objetivos eram o contato com a nova tecnologia e oferecer a formação tecnológica necessária para o futuro profissional na sociedade. Com o passar dos anos houve uma preocupação maior em adaptar esse sistema com a aula propriamente dita, a informática educativa, que além de promover o contato com o computador, tinha como objetivo a utilização dessa ferramenta como instrumento vinculado a outras disciplinas.
Vivemos em um mundo globalizado, modernizado, onde a informática se tornou uma das peças principais para resolução de nossos problemas, praticidade, segurança, organização, comodidade, agilidade. Não devemos esquecer dos valores éticos e morais ensinados em sala de aula, nossas raízes na escrita.
A globalização impõe exigência de um conhecimento holístico da realidade. E quando colocamos a informática como disciplina, fragmentamos o conhecimento e delimitamos fronteiras, tanto de conteúdo como de prática.
Entendemos que a construção de conhecimento em informática na educação pode ser concebida como um “elemento novo” no processo de aprendizagem do professor da escola pública e que começa a permear a sua prática profissional. Portanto, consideramos que cursos de capacitação em informática na educação podem ser considerados como uma das experiências do professor em aprender a ensinar utilizando a informática.
Concebendo a importância da experiência pessoal do professor com a informática e da significação pessoal dessa experiência para o desenvolvimento profissional do professor, buscamos desenvolver a pesquisa à luz dos estudos sobre o desenvolvimento profissional e pessoal, saberes docente e a construção pessoal desses saberes bem como estudos sobre a informática na educação.
No dia-a-dia do professor, apresentam-se exigências ou necessidades que podem levá-lo a novas aprendizagens relacionadas ao exercício da docência.
Diante dessa nova situação, é importante que o professor possa refletir sobre essa nova realidade, repensar sua pratica e construir novas formas de atuação que permitam não só no lidar, com essa nova realidade como também construí-la. O professor precisa entender a importância em se comprometer a estar em um laboratório de informática ministrar sua aula e não deixar que uma outra pessoa faça isso.
A informática educacional deve fazer parte do projeto político pedagógico da escola, projeto esse que define todas as pretensões da escola em sua proposta educacional.
Jandivan Ferreira ( janinformatica.blogspot.com )
Achei o texto interessante pois mais uma vez nos mostra a importância da informática educativa nos dias atuais. E bom lembrar que a informatica educativa não é uma questão só do professor, mas também de toda a escola e deve fazer parte do projeto pedagógico.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Utilização da internet como ferramenta no processo ensino-aprendizagem
Utilização da internet como ferramenta no processo ensino-aprendizagem
A utilização desse material como pesquisa e suporte para o melhor desenvolvimento de conteúdo das aulas são alternativas a serem pesquisadas pelos professores que se interessam por práticas diferenciadas aplicadas em sala. Isso significa que além da própria aula o professor pode examinar a prática pedagógica e tentar adaptá-la aos seus interesses e a outros conteúdos. Por conta disso pesquisam, até mesmo, as aulas que aparentemente destinam-se a professores de outras disciplinas.
Esse trânsito, liberdade e mobilidade de cooperação e formação mútua transformam o ensino-aprendizagem, quando bem pesquisado e produzido, fazendo o professor um construtor e divulgador ativo do saber.
sábado, 17 de outubro de 2009
Utilização de softwares educacionais
Os softwares verdadeiramente educativos deveriam ser construídos sob os aportes de uma teoria sobre a maneira com que os sujeitos aprendem. Existem várias teorias, baseadas em estudos sobre o desenvolvimento cognitivo, de como se dá a aprendizagem, por exemplo, teorias de Jean Piaget, Vygostky, Wallon e outros, as quais deveriam fornecer as bases para a concepção dos softwares educativos. O paradigma cognitivo proporciona aos estudantes um papel mais ativo e com menor controle externo.
Há uma grande demanda no mercado por novos programas, o que está determinando um crescimento em progressão geométrica da produção de softwares dito educativos. Existe um número razoável de programas que se intitulam como educativos. Muitos deles ostentam na embalagem o rótulo de software construtivista
Em uma análise de muitos destes programas o que se pode constatar são concepções existentes na sua construção onde as informações são padronizadas, como se elas por si pudessem promover a aprendizagem de qualquer conteúdo, de forma independente do contexto educativo e da figura do professor, condizentes muito mais com formas de entretenimento do que com necessidades pedagógicas.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
REVOLUÇÃO CUBANA


A Revolta da Chibata - entenda melhor
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Utilização da internet como ferramenta no processo ensino-aprendizagem

A educação no Brasil sempre foi alvo de críticas. Métodos ultrapassados, professores mal remunerados, alunos pouco motivados, etc. Neste cenário, surge a internet que oferece contribuições positivas e negativas para a educação. Neste post irei focar nas oportunidades e na importância da internet na educação.
A internet é uma grande biblioteca
Sobre certo ponto de vista, a internet é uma grande biblioteca. Nela encontramos livros inteiros para consulta, artigos técnicos, enciclopédias, dicionários, vídeos educacionais e uma enorme variedade de sites e blogs com os mais diversos conteúdos educacionais.
Se no passado faltavam livros e materiais de estudo, agora o problema é o excesso. Localizar, organizar e tirar proveito de tudo isso é um desafio para os educadores e a escola atual.
Novas modalidades de ensino EAD
A importância da internet na educação pode ser vista nas novas modalidades de ensino, também chamada de EAD - Educação a Distância. Embora existam ainda resistências em aceitar este modelo de ensino, é inegável que a educação a distância traz enormes benefícios para a educação como um todo. Alguns desses benefícios podem ser:
§ Permite o retorno de muitos alunos que haviam abandonado a escola por falta de tempo;
§ Leva cursos superiores a regiões remotas, onde esses cursos não existiam;
§ O custo de uma formação no modelo EAD é muito mais baixo que no modelo tradicional. Isto serve para o aluno e para a escola;
§ Estimula a auto-aprendizagem e a pesquisa;
Estímulo a leitura e escrita
Com algumas exceções, creio que as pessoas estão escrevendo muito mais agora do que antes de terem acesso à internet. O mesmo vale para a leitura, muito embora a leitura na internet seja diferente da leitura de um livro impresso, por exemplo.
Os blogs trouxeram um grande benefício para as pessoas: ler, pesquisar e escrever. Quem tem um blog, tem esta tríplice tarefa quase que diariamente. Então, que tal se as escolas sugerissem a seus alunos que cada um tivesse um blog? O resultado disso é que os alunos teriam de ler mais, pesquisar mais, escrever mais e consequentemente aprender mais.
Diminuição das diferenças culturais
Vi uma palestra do professor Luli Hadfaher, onde ele diz que antes da internet as pessoas iam aos Estados Unidos, por exemplo, para comprar livros e consumir cultura, isto era uma vantagem competitiva no campo cultural. Hoje, com a internet isto não faz mais sentido, já que o mesmo conteúdo que existe lá está disponível aqui também.
Conceito de educação continuada
No meu entendimento, a importância da internet na educação caracteriza-se também pelo fato de trazer o conceito de educação continuada. Lembro que antigamente quando uma pessoa se formava em alguma área era um momento sublime, único e pelo menos na minha cabeça ficava a impressão de que aquela pessoa havia atingido o ápice. A internet tem mostrado a imensidão de informações e conhecimentos disponíveis, isto nos leva a acreditar que devemos estudar sempre.
Retirado do blog: http://www.luis.blog.br/importancia-da-internet-na-educacao.aspx
Como podemos perceber a Internet é riquíssima em benefícios no processo ensino –aprendizagem, é uma forma dinâmica de se ensinar e aprender, algo que está inserido na realidade dos jovens e por isto torna-se mais fácil de chegar até eles, de fazer com que entendam certas matérias. Os professores devem acompanhar esta dinâmica tecnológica para não ficarem para traz, não que os professores serão substituídos por máquinas, mas estes devem estar se reciclando, acompanhando o desenvolvimento da juventude e trazendo cada vez mais, novas maneiras de ensinar. O professor deve ser um auxiliar, um mediador entre o aluno e o computador, a Internet. Ensinar e ajudar a pesquisar, mostrar que Internet não é apenas diversão, mas também fonte de conhecimento. O professor deve trazer este mundo de informação para dentro de sua sala de aula, facilitando assim a compreensão, se igualando a linguagem dos alunos.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Inclusão Digital - Ensino da Matemática
"A inclusão digital implica em investir na aquisição de computadores para escolas
e centros comunitários. Nesses locais, os usuários teriam a possibilidade de acessar a Internet
e a utilizar computadores de acordo com os próprios interesses. Segundo SILVEIRA (2003), a
política de inclusão e alfabetização tecnológica abrange os seguintes pontos:
“- A aprendizagem é um processo permanente e personalizado.
- Navegar na rede é uma forma de obtenção de informações que pode gerar
conhecimento;
- É direito das comunidades obter a orientação presencial de seus jovens e
adultos para refletir criticamente em um espaço de saber flutuante, contínuo e
permanentemente renovável.
- A aprendizagem em rede é cooperativa.
- Interagir, obtendo e gerando hipertextos, se está praticando e desenvolvendo
uma inteligência coletiva.
- É fundamental reconhecer, enaltecer e disseminar pela rede os saberes
desenvolvidos pela comunidade.
- Cada cidadã e cidadão deve buscar desenvolver na rede múltiplas
competências.
- É preciso assegurar à população o conhecimento básico da Informática e
incentivar o processo permanente de auto-aprendizagem” (p. 29).
A inclusão digital não abrange somente o acesso à Internet. Nela estão incluídos a
utilização de editores de textos, planilhas, softwares, jogos didáticos etc, orientados por
professores capacitados. Nesses centros de aprendizagem o usuário poderia desenvolver
várias atividades com o intuito de se familiarizar com um recurso." (Ferreira, Ana Cristina Andrejew
O uso do computador como recurso mediador na disciplina
de matemática no ensino médio / Ana Cristina Andrejew
Ferreira. - Porto Alegre, 2004.)
Fonte: http://tede.pucrs.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=1442
Foi a primeira linguagem de programação desenvolvida para crianças, foi criado por Seymour Papert (1986). Adapta-se as escolas que são construtivistas, e também para crianças que têm dificuldades de aprendizagem. A característica básica do Logo é a sua forma de comunicação que se aproxima muito do modo como se estrutura o pensamento da criança, possibilitando desenvolver sua criatividade. A criança aprende errando, analisando erros e buscando soluções. O Logo é bastante utilizado também para o estudo de geometria. Ele pode ser usado na forma tradicional, para elaboração de desenhos geométricos e desenho em geral, na forma mais avançada o logo pode ser relacionado á robótica educacional. Ele geralmente é apresentado através da Tartaruga (mecânica ou de tela) que se move no espaço ou na tela como resposta aos comandos que a criança fornece através do computador. Neste ambiente o aprendiz pode explorar conceitos de diferentes domínios, como matemática, resolução de problemas, planejamento, programação. Os comandos que movimentam a Tartaruga podem ser utilizados numa série de atividades que a criança pode realizar. A metodologia Logo de ensino-aprendizagem tem sido utilizada numa ampla gama de atividades em diferentes áreas do conhecimento e com diferentes populações de crianças. Ele é utilizado no processo de alfabetização com crianças que não conhecem letras, palavras, ou números. É possível utilizar Logo para implementar jogos e desenvolver atividades na área de Matemática, Física, Biologia e Português do 1º e 2º graus (Valente e Valente, 1988). O logo tem sido usado na educação especial.
Fonte de pesquisa:
TAJRA, Sanmya F. Informática na Educação São Paulo, Editora Érica, 2001
www.infoescola.com/informatica/softwares-educacionais/ acesso em 09 de outubro de 2009
Atividades para o Ensino de Português

Olá, gente!!
Estava navegando na NET e encontrei um site com vários jogos que trazem atividades que podem ser trabalhadas em aulas de português. Vale mesmo a pena dar uma conferida, pois pode ser trabalhado com qualquer turma de todos os níveis: do fundamental ao ensino médio.
Tá aí o site: http://www.redescola.com.br
Gostei muito desse jogo para trabalhar com crianças em processo de letramento: http://www.redescola.com.br/software/uappr066/uappr066.swf
Hasta luego!! hehehehehe!
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
UTILIZAÇÃO DA INTERNET COMO FERRAMENTA DE PESQUISA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM
Jogos e Atividades para Sala de Aula

DICA DO DIA: Esse site traz diversos jogos, quiz, atividades didáticas dentre outras ferramentas que tbm podem ser utilizadas em sala de aula. Contém atividaes destinadas para todos os níveis e disciplinas... É bastante interessante... vale a pena conferir!!
O link é: http://sitededicas.uol.com.br/quiz_adu_portugues_facil.htm
Tecnologia para o processo de Ensino-Aprendizagem

O uso da tecnologia para o processo de ensino-aprendizagem torna-se cada vez mais necessário, devido o fato de a sociedade estar sempre em constante desenvolvimento.
Aprender de forma mais interativa e dinâmica é o primeiro passo para se pensar numa abordagem didático-pedagógica mais eficiente no que diz respeito ao "desenrrolar" da aprendizagem.
O computador torna-se, então, peça chave no auxiliar o professor no andamento de suas aulas.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Formação docente para o trabalho com a informática
Por essa razão a formação do professor em informática na educação precisa ser vista além do espaço/tempo do curso, contemplando nesse processo a dimensão do contexto do dia a dia do professor. Nesse enfoque a preparação do professor envolve muito mais do que ele aprender a lidar com as ferramentas computacionais. O professor também precisa aprender a recontextualizar o uso do computador, integrando-o às suas atividades pedagógicas. Isto significa que o processo de formação deve propiciar ao professor construir novos conhecimentos, relacionar diferentes conteúdos e reconstruir um novo referencial pedagógico.
Entretanto, a grande dificuldade do professor em formação é a reconstrução da sua prática pedagógica, principalmente quando os pressupostos educacionais que orientam o uso do computador se diferem da concepção de ensino e aprendizagem do sistema da escola. A visão educacional tecnicista do sistema da escola privilegia o ensino através da instrução e a aprendizagem do aluno através de um produto (padronizado). Já abordagem construcionista que fundamenta o uso do computador enfatiza a aprendizagem, através das interações e o processo de construção do conhecimento do aluno na elaboração de um produto que lhe seja significativo.
Nessa perspectiva, a questão é como preparar o professor para que ele possa integrar o uso do computador, baseado na abordagem construcionista com os conteúdos curriculares, na sua vivência - na sua realidade. A realidade de uma instituição de ensino se constitui de uma estrutura, uma organização de tempo, espaço, uma grade curricular, que muitas vezes dificulta o desenvolvimento de uma nova prática pedagógica. São as amarras institucionais que refletem nas amarras pessoais. Portanto, não basta o professor querer mudar. É preciso alimentar a sua vontade de estar construindo algo novo, de estar compartilhando os momentos de dúvidas, questionamentos e incertezas, de estar encorajando o seu processo de reconstrução de uma nova prática. Uma prática reflexiva onde a tecnologia possa ser utilizada no sentido de reverter o processo educativo, que se expressa de forma agonizante na sociedade atual.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
UTILIZAÇÃO DA INTERNET COMO FERRAMENTA DE PESQUISA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

A preocupação com a veracidade das informações encontradas na rede ou o conteúdo inapropriado que os sistemas de busca podem trazer em uma simples pesquisa, gera relutância em alguns educadores sobre o uso da internet.
Para ajudar a orientar a navegação pela rede, alguns portais trazem conteúdo preparado por pedagogos e especialistas, dirigidos a professores e outras informações “extraclasse” para os alunos.
“As escolas, em geral, não estão preparadas para oferecer sozinhas um material multimídia e fazer a orientação do aluno para navegar”, diz Betina Von Staa, coordenadora pedagógica da tecnologia educacional do Grupo Positivo, que mantém os portais Educacional e Aprende Brasil, nos quais as escolas cadastradas podem acessar material de apoio, montar blogs para os professores, manter projetos on-line e até manter projetos com escolas de outras partes do país.
Na infinidade de informações que a internet dispõe ao usuário, o que há de melhor e de pior se mesclam. Por isso, é preciso critério e informação para não ter problemas. “Comparo a internet com uma imensa banca de revistas. Tem de tudo, mas qual você vai comprar e como você vai escolher é um problema”, diz a especialista em Tecnologia na Educação, professora Gláucia da Silva Brito, da Universidade Federal do Paraná.
A pesquisadora defende que o professor deve estar preparado para orientar os alunos com relação às pesquisas e à veracidade do conteúdo que encontram. “O professor precisa saber, por exemplo, identificar quando uma pesquisa é mera cópia de conteúdo da internet. Mas isso não é propriamente um mal exclusivo da rede, na minha época os alunos faziam isso com a Enciclopédia Barsa. É uma questão cultural”, comenta.
Gláucia afirma que o papel do professor na sala de aula com a entrada das novas tecnologias não se altera. A sua função ainda é educar e não ser um mero instrutor. “Nunca será papel do professor repassar informações, mas ensinar o aluno a ter senso crítico sobre o que ele observa. Há sete anos discutíamos qual tecnologia poderíamos utilizar em sala de aula, hoje pensamos em como usar o máximo das tecnologias disponíveis”, relata.
A advogada e pedagoga especialista em direito digital do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados, Cristina Sleiman, co-autora do livro Direito digital no dia-a-dia, relata casos sobre os riscos do mau uso da internet pelos jovens, que a utilizam mais para o entretenimento.
Para Cristina, os pais e os professores devem sempre intermediar o acesso do aluno à rede.“É preciso orientar a criança desde cedo, pois elas têm esse contato ainda pequenas. Temos de formar a cidadania digital, a criança precisa saber que ela pode ser tanto vítima quanto infrator na internet”, afirma.
A especialista diz que o primeiro passo para essa educação crítica é pais e educadores conhecerem as ferramentas. “Os pais precisam saber o que é o Orkut, o MSN, o Youtube. Só conhecendo bem as ferramentas é que poderão monitorar e orientar o uso saudável da rede”, opina
sábado, 3 de outubro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Software Educativos no ensino de História e Geografia
O núcleo fundamental nesse processo foi à implantação de vários direitos que hoje são considerados universais. Esse movimento alterou uma sociedade e só depois a transformação social foi em varias sociedades.
UTILIZAÇÃO DA INTERNET COMO FERRAMENTA DE PESQUISA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

A internet na sala de aula
Cada vez mais educadores descobrem o potencial de usar conteúdos multimídias para ensinar. A nova geração de jovens já tem pleno domínio da tecnologia e a companhia de computadores em sala de aula é a nova realidade de algumas escolas
A educação não poderia ficar de fora da revolução digital. Muitas escolas já perceberam a eficácia das novas tecnologias no ensino e levam os computadores para dentro da sala ou ensinam os alunos a pesquisarem corretamente usando a internet como ferramenta.
Mas os especialistas alertam: os professores e pais têm de se atualizar e conhecer a fundo esses novos recursos. Trabalho difícil em meio ao conflito de gerações que se desenha: de um lado os alunos, acostumados a banda larga e ao celular; de outro, professores que um dia desejaram um moderno videocassete em sala.
Para a mestre em educação Márcia Di Palma, do Núcleo de Pesquisa de Práticas Pedagógicas Interativas da Universidade Tuiuti do Paraná, a solução deste dilema está na inclusão e capacitação do professor. “A preparação vem com o uso. Para se criar com um novo recurso tecnológico é preciso primeiro dominá-lo. É um processo natural”, afirma.
E os números mostram que os professores precisam ser incluídos no acesso e domínio da tecnologia. Segundo o último Censo dos Profissionais do Magistério da Educação Básica (2003), realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), dos 1,54 milhões de professores entrevistados, 585 mil têm computador em casa, contra 700 mil que não têm contato com o equipamento.
“Se você não tem capacitação, o espaço do laboratório de informática é subutilizado”, comenta a professora Márcia, pesquisadora do uso de tecnologia em sala há 14 anos.
Aprendendo melhor
“As crianças conseguem entender melhor o conteúdo quando veem um vídeo, uma animação, do que quando ouvem falar sobre o conteúdo ou veem uma ilustração no livro”, conta a professora Sílvia Regina Darromqui, que usa vídeos e conteúdo que baixa da internet para ensinar ciências na Escola Estadual Victor do Amaral, em Curitiba.
Sílvia usa uma televisão com porta USB, que permite exibir material armazenado em um pen drive em tevês apropriadas a essa função. Ela conta que as noções de Física e Química ficam mais reais para os alunos da 8ª série com o uso da tecnologia. “Consegui mostrar, por exemplo, a primeira vez em que um elétron foi filmado, apresentando um vídeo do YouTube (www.youtube.com), diz Sílvia.
A professora diz que o uso de conteúdo disponível na internet em sala de aula desperta a curiosidade dos alunos para procurar por conta própria mais conteúdo na rede. “Eu seleciono com cuidado todo conteúdo que apresento e eles sempre perguntam onde podem encontrar mais sobre aquele assunto”, afirma.
Na escola Positivo Jardim Ambiental, pelo menos uma vez por semana as aulas são na frente do computador. Disciplinas como Física e Biologia são ensinadas no monitor, com animações e simuladores. “Acessamos, em sala, um portal que simula um microscópio eletrônico, um equipamento extremamente caro para se ter em uma escola. Pelo site os alunos visualizam lâminas reais de tecidos”, diz Juliana Augusta Dadaz, professora de informática da escola.
As alunas da 6ª série do colégio, Izabela Mara Martins e Bruna Isadora Bastos, 11 anos, dizem que as aulas de ciências na frente do computador ajudam a entender melhor o conteúdo. “Você já tem uma visão definida do que o professor está falando, não precisa ficar imaginando”, diz Bruna.
As alunas contam que já utilizavam a internet em casa, mas que o uso é mais para entretenimento do que para os estudos. Mesmo assim, a rede é a única fonte de pesquisa. “Minha mãe prefere que eu faça pesquisa com livros, mas com a internet é mais fácil e rápido, você digita e já aparece tudo”, diz Izabela.
A própria aula de informática ganhou nova roupagem. Se no começo dos anos 1990 se aprendiam princípios de MS-DOS e editor de texto em monitores de tela verde, hoje, as crianças da 5ª série têm noções de organização da informação e, na 6ª série, aulas de pesquisa avançada na internet e de produção de vídeo. “Essa é uma geração hi-tech. Eles dominam o equipamento e têm muita facilidade para aprender”, conta Juliana.
Utilização de softwares educacionais
Na prática da informática educacional, disponibilizar software é uma maneira de oferecer, no suporte computacional, uma diversidade de materiais com os quais se possam interagir a partir dos próprios saberes para a construção de novos conhecimentos. Em qualquer proposta educacional em que o computador esteja inserido, seja como ferramenta de trabalho nas salas de aula, seja nos laboratórios de informática, como um material para o professor, para o aluno, ou para ambos, os softwares educacionais são produtos que devem ser avaliados pedagogicamente antes da sua utilização.
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terça-feira, 29 de setembro de 2009
INFORMÁTICA NA SALA DE AULA
Este parábola é do livro A máquina das crianças, de Seymoour Paper . Foi utilizado na introdução do texto A Importância da informática na educação para o século XXI( Sanmya). Para ler o texto na íntegra acesse o site infoeduc.maisbr.com.
"Imagine um grupo de viajantes do tempo de um século anterior, entre eles um grupo de
cirurgiões e outro de professores primários, cada qual ansioso para ver o quanto as coisas mudaram em sua profissão a cem anos ou mais no futuro. Imagine o espanto de os cirurgiões entrando numa sala de operações de um hospital moderno. Embora pudessem entender que algum tipo de operação estava ocorrendo e pudessem até mesmo ser capazes de adivinhar o órgão-alvo, na maioria dos casos seriam incapazes de imaginar o que o cirurgião estava tentando fazer ou qual a finalidade dos muitos aparelhos estranhos que ele e sua equipe cirúrgica estavam utilizando. Os rituais de anti-sepsia e anestesia, os aparelhos eletrônicos com seus sinais de alarme e orientação e até mesmo as intensas luzes, tão familiares às platéias de televisão, seriam completamente estranhos para eles.
Os professores viajantes do tempo responderiam de uma forma muito diferente a uma sala
de aula de primeiro grau moderna. Eles poderiam sentir-se intrigados com relação a alguns poucos objetos estranhos. Poderiam perceber que algumas técnicas-padrão mudaram - e provavelmente discordariam entre si quanto a se as mudanças que observaram foram para melhor ou para pior -, mas perceberiam plenamente a finalidade da maior parte do que se estava tentando fazer e poderiam, com bastante facilidade, assumir a classe”
É interessante porque nos alerta sobre as mudanças que temos que fazer nas nossas práticas. As tecnologias estão aí batendo a nossa porta e precisamos aprender a lidar com elas, se não, vamos continuar dando aulas a crianças e jovens do século XXI com métodos do século passado. Ao entendermos a importância da informática em sala de aula, não como um fim e sim como um meio, estaremos contribuindo com a aprendizagem dessas crianças e jovens.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
UTILIZAÇÃO DA INTERNET COMO FERRAMENTA DE PESQUISA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

"A Internet é um conglomerado de redes, com computadores e celulares interligados por IP's (Protocolos de Internet), o que permite o acesso rápido às informações e a todo o tipo de transferência de dados.
Educar com o auxílio da Internet, ajuda na quebra das 'barreiras' geográficas, culturais e socioeconômicas, tendo em vista que de qualquer ponto do planeta, as mesmas informações disponíveis podem ser acessadas através da rede. Ou seja, a Internet proporciona a 'democratização' da educação.
O uso da Internet leva-nos a acreditar em uma nova era e dimensão qualitativa do ensino-aprendizagem. Através desse uso, coloca-se o ato educativo mais voltado para uma visão cooperativa. Além do que, a utilização das redes, traz à prática pedagógica um ambiente mais atrativo, onde o educando (aluno) se torna capaz, por meio da auto-aprendizagem e de seus educadores (professores), de poder tirar proveito dessa tecnologia para a sua vida.
A Internet proporciona um ambiente interativo e graficamente muito rico e atrativo. Possibilita aos professores (educadores), por exemplo, disponibilizar os conteúdos abordados na sala de aula em tempo real para os educandos (alunos), através de dispositivos e ferramentas como webcams, websites, etc., disponíveis na Internet. A rede também permite a pesquisa e a troca de informações em tempo real através dos sistemas de messengers (mensagens instantâneas) e do serviço VOIP, por exemplo, que consiste em um serviço de voz através do ambiente web, podendo ser acessados de dispositivos como computadores e celulares."
http://www.webartigos.com/articles/19567/1/a-internet-como-ferramenta-para-o-ensino-e-aprendizagem/pagina1.html
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
UTILIZAÇÃO DA INTERNET COMO FERRAMENTA DE PESQUISA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

"Você sabe o que uma wiki? Para que ela serve?
Como professores como podemos utilizá-la no processo de ensino-aprendizagem?
Uma Wikis, segundo a WIKIPÉDIA "wiki" por consenso, é um software colaborativo que permite a edição coletiva de documentos em uma linguagem de marcação muito simples e eficaz, através da utilização de um navegador web. Nele é possível criar, editar e ligar páginas e ainda controlar conteúdos de usuários de wikis."
site de pesquisa:Blog AMBIENTE INFORMATIZADO, lá você encontrar o resto desse texto.
A formação docente do professor para o trabalhocom informática na educação
necessita que o professor sempre procure atualizações, pois a informática está evoluindo a cada instante, é preciso planejar um trabalho voltado para a aprendizagem máxima do aluno, ou seja, o trabalho pedagógico através do computador deve ter " a cara do aluno"...
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Utilização de Softwares educacionais
Tema: A utilização de softwares educacionais
Softwares educacionais são programas desenvolvidos para finalidades educativas, segundo Girafa (1999) “Todo programa que utiliza uma metodologia que o contextualize no processo ensino e aprendizagem, pode ser considerado educacional”
Suas principais funções são promover a motivação, despertar estímulos novos, ativar a resposta dos alunos, desenvolver a auto-aprendizagem.
A utilização de software é uma boa estratégia, pois eles podem ser integrados a pesquisas escolares. Há muitos softwares disponíveis conforme o interesse dos professores para cada área especifica (Português, Matemática, Ciências, Geografia, História, Inglês).
É preciso competência do professor para estabelecer as possibilidades e restrições do uso dos softwares. Texeira e Brandão (2003) afirmam que “a utilização do Computador na Educação só faz sentido na medida em que os professores o concebem como uma ferramenta de auxílio as suas atividades didático-pedagógicos, como instrumento de planejamento e realização de projetos interdisciplinares, como elemento que motiva e ao mesmo tempo desafia o surgimento de novas práticas pedagógicas, tornando o processo ensino-aprendizagem uma atividade inovadora, dinâmica, participativa e interativa.”
Pode-se se citar dois critérios básicos para a seleção do software: deve possuir uma concepção pedagógica clara e bem fundamentada e deve ser tecnicamente bem elaborado.
É preciso atender os objetivos educacionais estabelecidos, visando à sua efetividade pedagógica, é necessário que seu desenvolvimento conte com especialistas tanto das áreas de Educação quanto de Informática. Também como qualquer software, "os educacionais" possuem pontos fortes e limitações. É importante reconhecer quando um software é adequado para os objetivos curriculares pretendidos, podendo integrar-se, dessa forma ao contexto educacional. TAJRA (2001) diz que “o professor precisa conhecer os recursos disponíveis dos programas escolhidos para suas atividades de ensino, somente assim ele estará apto a realizar uma aula dinâmica, criativa e segura. Ir para um ambiente de informática sem ter o programa a ser utilizado é o mesmo que ir dar uma aula sem planejamento e sem idéia do que fazer.”
Os softwares educacionais se classificam em grandes grupos, com as seguintes características:
Tutorias: apresentam instruções para realizar algumas tarefas em específico; possuem baixa interatividade.
Exercitação; são os softwares que possibilitam atividades interativas, através de resposta as questões apresentadas.
Investigação: por meio desses programas se localiza as informações a respeito de vários assuntos.
Simulação: É usado para visualizar digitalmente grandes fenômenos da natureza ou fazer experimentos.
Fonte:
wikipédia.org.br. Acesso em: 21set2009.
TAJRA, Sanmya F. Informática na Educação São Paulo, Editora Érica, 2001
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
UTILIZAÇÃO DA INTERNET COMO FERRAMENTA DE PESQUISA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM
Através da internet novas descobertas chegam mais rápido para a população e se espalha por todo o mundo, dando acesso a informação, a todos e em todo o lugar. A internet vem muitas vezes facilitar o processo de ensino-aprendizagem, seja numa pesquisa a um tema, num vídeo gravado por outra pessoa, no debate sobre um assunto, em simulações, jogos pedagógicos, na comunicação entre professor e aluno, podemos ler livros, ter acesso a outras bibliotecas, enfim, cabe a quem vai utilizá-la para fins educacionais definir qual objetivo se quer atingir, pois mesmo a sua utilização restrita pode ter importante valor.
“O poder de sedução da Internet pode, portanto alterar a educação formal, uma vez que formas efetivamente inovadoras de educação, utilizando os serviços da Internet, podem ser pensadas e postas em prática, mudando as velhas concepções pedagógicas. A Internet é uma mídia que facilita a motivação dos alunos pelas possibilidades inesgotáveis de pesquisa e novidades que oferece. Para os alunos que estão motivados a adquirir conhecimento e qualificações, há abundância de materiais apropriados para aprender, o que amplia inclusive as chances de êxito na auto-aprendizagem. Neste contexto, o professor se torna um mediador do conhecimento e professor e aluno podem até mesmo estar separados no espaço e/ou no tempo. Mas essa grande disponibilidade de material também tem suas desvantagens, exigindo cuidado ao consultá-los.” (http://www.sucesumt.org.br/mtdigital/anais/files/AInternetcomoFerramentadeApoioaoProcessodeensinoaprendizagem.pdf)
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Formação docente em informatica
Formação docente para o trabalho com informatica na educação
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
UTILIZAÇÃO DA INTERNET COMO FERRAMENTA DE PESQUISA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM
Este é o primeiro de muitos textos que nosso grupo estará postando no blog no decorrer deste mês. É um texto que fala um pouco sobre os desafios enfrentados tanto pelos professores quanto pelos alunos com relação a utilização da internet em sala de aula e também como ela pode ser bem aproveitada trazendo benefícios para todos. Boa leitura e deixem comentários!!
Desafios da Internet para o professor - José Manuel Moran . Texto inspirado no capítulo primeiro do livro: MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos e BEHRENS, Marilda.
Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica.12ª ed. Campinas: Papirus,2006, p.12-17
"A Internet propicia a troca de experiências, de dúvidas, de materiais, as trocas pessoais, tanto de quem está perto como longe geograficamente. A Internet pode ajudar o professor a preparar melhor a sua aula, a ampliar as formas de lecionar, a modificar o processo de avaliação e de comunicação com o aluno e com os seus colegas. (...) Os alunos podem fazer suas pesquisas antes da aula, preparar apresentações -individualmente e em grupo. Podem consultar colegas conhecidos ou desconhecidos, da mesma ou de outras escolas, da mesma cidade, país ou de outro país. Aumentará incrivelmente a interação com outros colegas, pesquisando os mesmos assuntos, trocando resultados, materiais, jornais, vídeos. (...) A Internet será ótima para professores inquietos, atentos a novidades, que desejam atualizar-se, comunicar-se mais. Mas ela será um tormento para o professor que se acostumou a dar aula sempre da mesma forma, que fala o tempo todo na aula, que impõe um único tipo de avaliação. Esse professor provavelmente achará a Internet muito complicada - há demasiada informação disponível - ou, talvez pior, irá procurar roteiros de aula prontos -e já existem muitos - e os copiará literalmente, para aplicá-los mecanicamente na sala de aula. (...) podemos enriquecer extraordinariamente o processo, mas, ao mesmo tempo, o complicamos. Ensinar é orientar, estimular, relacionar, mais que informar. Mas só orienta aquele que conhece, que tem uma boa base teórica e que sabe comunicar-se. O professor terá que se atualizar sem parar, vai precisar abrir-se para as informações que o aluno vai trazer, aprender com o aluno, interagir com ele. (...) As possibilidades da Internet no ensino estão apenas começando. "
Texto na integra no link abaixo:
http://www.eca.usp.br/prof/moran/desaf_int.htm
Como podemos perceber, a Internet esta incluída no processo de ensino-aprendizagem para somar benefícios, mas cabe a cada um utilizá-la da forma mais coerente para que esta ferramenta não se torne uma máquina de textos feitos e apresentados em sala de aula, o famoso copiar e colar. Devemos aprender a pesquisar, buscar mais informações, “vasculhar” diversos sites, e não apenas o primeiro que encontramos, devemos retirar o melhor que a Internet tem a nos oferecer. Não podemos também nos limitar a apenas visualizar certas informações, mas compartilharmos com nossos professores, colegas de sala, para que este conhecimento se amplie e outros conhecimentos sejam formados. Temos que ver a Internet como algo a mais, algo que venha contribuir para nosso conhecimento e não como uma fonte de informação.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
educativos no ensino de historia e geografia
este grupo é formado por: Pedro, Elizabeth e Flávio.
este espaço destina-se a compatilhar a busca de conhecimentos e de liberdade sobre a Historicidade e a Geografia que envolve a sociedade, espaço e tempo.
Utilização da internet como ferramenta de pesquisa no processo do ensino-aprendizagem
Katya Cruz
Fabiana Andrade
Natalia Castelo Branco
Atraves dessa ferramenta iremos postar entrevistas, comentários, vídeos e reportagens interessantes que venha acrescentar o nosso conhecimento sobre o assunto.
Formação Docente
Softwares educativos do ensino de Português e Matemática
informática na sala de aula/equipe 8
Futuramente postaremos várias informações sobre a importância da informática na sala de aula.


